Ucrânia não quer Mário Machado no país: “Não queremos indivíduos deste género”

Mário Machado quis ir para a Ucrânia combater e a justiça assim o permitiu, mas o país parece não querer a sua presença lá.

Ucrânia não quer Mário Machado no país:

Ucrânia não quer Mário Machado no país: “Não queremos indivíduos deste género”

Mário Machado quis ir para a Ucrânia combater e a justiça assim o permitiu, mas o país parece não querer a sua presença lá.

Mário Machado quis ir para a Ucrânia combater e a justiça assim o permitiu, mas o país parece não querer a sua presença lá. Em declarações com o Diário de Notícias, Sergii Malyk, adido militar da Embaixada da Ucrânia em França, afirmou que “a ausência de condenação por crimes, comprovada através do registo criminal, é um dos critérios chave para a aceitação de candidatos na Legião Internacional de Defesa Territorial das Forças Armadas da Ucrânia”.

“A pessoa que refere não pode ser aceite”, afirmou ainda Sergii Malyk, referindo-se ao militante neonazi. À publicação, o adido militar garantiu que o nome de Mário Machado será transmitido a “todos os serviços”, sublinhando depois que “se sabem de pessoas deste tipo que queiram ir para a Ucrânia digam. Não queremos indivíduos deste género no nosso país”.

Recorde-se que a decisão de uma juíza do Tribunal Central de Instrução Criminal de suspender a obrigação de Mário Machado de se apresentar às autoridades durante a estadia na Ucrânia não é passível de intervenção por parte do Conselho Superior da Magistratura. No entanto, a PGR já confirmou à Lusa que o Ministério Público vai recorrer da decisão.

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SOS Racismo repudia decisão de tribunal a pedido de Mário Machado

A associação SOS Racismo repudiou hoje a permissão dada por um tribunal para que o neonazi Mário Machado deixe de estar obrigado a apresentações quinzenais, para se deslocar à Ucrânia.  Num comunicado hoje divulgado, a SOS Racismo “lamenta e repudia que um tribunal português tenha deferido, por razões ‘humanitárias’, o pedido de Mário Machado para deixar de estar obrigado ao cumprimento de uma medida de coação, no âmbito de um processo-crime em que é arguido por indícios de posse ilegal de arma, discriminação racial, discurso e propagação de ódio na Internet”. Leia mais aqui

 

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