Mulher que tentou raptar bebé no Hospital de S. João queria «substituir» o que tinha perdido

Lara Silva, de 48 anos, foi detida no passado sábado, dia 2 de fevereiro, após ter tentado raptar um recém-nascido do berçário do Hospital de São João, no Porto. A mulher conseguiu passar pelos seguranças pois estava vestida como uma pediatra. Lara, que chegou a pegar numa criança ao colo, foi detida ainda dentro das instalações da […]

Mulher que tentou raptar bebé no Hospital de S. João queria «substituir» o que tinha perdido

Mulher que tentou raptar bebé no Hospital de S. João queria «substituir» o que tinha perdido

Lara Silva, de 48 anos, foi detida no passado sábado, dia 2 de fevereiro, após ter tentado raptar um recém-nascido do berçário do Hospital de São João, no Porto. A mulher conseguiu passar pelos seguranças pois estava vestida como uma pediatra. Lara, que chegou a pegar numa criança ao colo, foi detida ainda dentro das instalações da […]

Lara Silva, de 48 anos, foi detida no passado sábado, dia 2 de fevereiro, após ter tentado raptar um recém-nascido do berçário do Hospital de São João, no Porto. A mulher conseguiu passar pelos seguranças pois estava vestida como uma pediatra. Lara, que chegou a pegar numa criança ao colo, foi detida ainda dentro das instalações da unidade de saúde. De acordo com o Correio da Manhã, a mulher terá dito ao namorado que iria encontrar uma solução para «substituir» o bebé que perdeu há três meses. A gravidez era de risco.

Lara, residente em Vila Nova de Gaia, vive com um dos seus dois filhos. A mulher tem ainda dois netos menores. A raptora esteve presente no primeiro interrogatório no Tribunal de Instrução Criminal do Porto, esta segunda-feira, que decidiu que Lara devia ficar em prisão preventiva, enquanto aguarda pelo julgamento.

Hospital de São João garante que todos os récem-nascidos têm pulseira eletrónica

«Todos os recém-nascidos no Serviço de Obstetrícia têm uma pulseira eletrónica que dispara o alarme sempre que a criança sai fora de um perímetro predefinido no interior do serviço», disse o hospital, em comunicado.

Apesar de ter instaurado um inquérito interno, o centro hospitalar assegura que os dispositivos de segurança dos nascituros “estiveram e estão permanentemente ativos”, reafirmando que todas as crianças internadas dispõem de uma pulseira eletrónica, não sendo possível sair do serviço com um recém-nascido sem o competente processo estar clinicamente encerrado.

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