Greve no Instituto Português de Oncologia de Lisboa

Os enfermeiros do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa iniciam, às 08:00 de hoje, uma greve para exigir o descongelamento das progressões.

Greve no Instituto Português de Oncologia de Lisboa

Greve no Instituto Português de Oncologia de Lisboa

Os enfermeiros do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa iniciam, às 08:00 de hoje, uma greve para exigir o descongelamento das progressões.

Os enfermeiros do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa iniciam, às 08:00 de hoje, uma greve para exigir o descongelamento das progressões com “a contagem dos pontos justamente devidos”, independentemente do tipo de contrato de trabalho.

A paralisação termina à meia-noite, abrangendo os turnos da manhã e da tarde, segundo o pré-aviso de greve, publicado na página do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).

Para as 11:00 de hoje, está marcada uma concentração em frente ao IPO de Lisboa, adianta o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.

Os profissionais reivindicam a “justa contabilização de pontos para todos os enfermeiros, independentemente do vínculo, para efeitos do descongelamento das progressões”.

“No âmbito do descongelamento das progressões das carreiras da administração pública, o IPO Lisboa e o Governo continuam a discriminar negativamente os enfermeiros”, afirma em comunicado a Direção Regional de Lisboa do SEP.

Instituto Português de Oncologia exclui enfermeiros

O sindicato adianta que “o IPO Lisboa, ao invés de outras instituições, resolveu excluir da atribuição dos pontos os enfermeiros detentores de um CIT [Contrato Individual de Trabalho] e excluir muitos enfermeiros com contrato de trabalho em funções públicas da justa e correta contagem dos pontos para efeitos do descongelamento das progressões”.

Os enfermeiros exigem o descongelamento das progressões com a contagem dos pontos justamente devidos, independentemente do tipo de contrato de trabalho, designadamente: 1,5 pontos de 2004 a 2014, a não consideração do reposicionamento nos 1.201 euros para início da contagem e a aplicação de pontos aos Contratos Individuais de Trabalho (CIT).

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A greve de hoje foi decidida em plenário no passado dia 12 de dezembro, após a entrega de um abaixo-assinado com 320 assinaturas exigindo, junto do Conselho de Administração, a justa contagem dos pontos para efeitos de progressão.

Durante o período da greve serão assegurados os serviços mínimos.

 

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