Covid-19: Moçambique regista mais 17 mortos e ultrapassa os 40.000 casos

O Ministério da Saúde (Misau) de Moçambique anunciou hoje a morte de mais 17 pacientes com covid-19, elevando o total de óbitos para 403, tendo ainda passado os 40 mil infetados.

Covid-19: Moçambique regista mais 17 mortos e ultrapassa os 40.000 casos

Covid-19: Moçambique regista mais 17 mortos e ultrapassa os 40.000 casos

O Ministério da Saúde (Misau) de Moçambique anunciou hoje a morte de mais 17 pacientes com covid-19, elevando o total de óbitos para 403, tendo ainda passado os 40 mil infetados.

O Ministério da Saúde (Misau) de Moçambique anunciou hoje a morte de mais 17 pacientes com covid-19, elevando o total de óbitos para 403, tendo ainda passado os 40 mil infetados.

Os óbitos, todos de nacionalidade moçambicana, foram registados desde o dia 22 de janeiro, em pessoas com idades entre 42 e 83 anos, indicou um boletim de atualização de dados sobre o novo coronavírus.

Moçambique contabilizou hoje mais 800 infetados, para um total acumulado de 40.260 casos, dos quais 62% estão recuperados e outros 307 internados (68% na cidade de Maputo).

Moçambique tem atualmente 14.843 infeções ativas, sendo que mais de metade, 7.958, residem em Maputo, capital moçambicana.

Desde que foi declarado o primeiro caso, em março, o país já testou um total de 350.352 pessoas suspeitas, 2.642 das quais nas últimas 24 horas.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.237.990 mortos resultantes de mais de 103,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

África registou nas últimas 24 horas mais 518 mortes por covid-19 para um total de 91.524 óbitos, e 11.816 novos casos de infeção, segundo os mais recentes dados oficiais da pandemia no continente.

A África Austral continua como a região mais afetada, com 1.708.718 infetados e 49.224 mortos. A África do Sul, o país mais atingido pela covid-19 no continente, regista 1.456.309 casos e 44.399 mortes.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

 

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