EMA prevê recomendação sobre vacina da Pfizer em crianças dentro de dois meses

A decisão da Agência Europeia do Medicamento sobre a administração da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech em crianças entre os 5 e os 11 anos deve ser conhecida no final do ano.

EMA prevê recomendação sobre vacina da Pfizer em crianças dentro de dois meses

EMA prevê recomendação sobre vacina da Pfizer em crianças dentro de dois meses

A decisão da Agência Europeia do Medicamento sobre a administração da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech em crianças entre os 5 e os 11 anos deve ser conhecida no final do ano.

A decisão da Agência Europeia do Medicamento sobre a administração da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech em crianças entre os 5 e os 11 anos deve ser conhecida no final do ano. “A proposta assenta numa dose três vezes mais baixa do que a dose aprovada para adultos. O calendário proposto para esta administração é de manter as duas doses separadas por pelo menos três semanas. A nossa recomendação é esperada dentro de dois meses, mas informação ou análise suplementar poderá ser necessária”, afirmou o responsável da instituição para a Estratégia de Ameaças Biológicas para a Saúde e Vacinas, Marco Cavaleri.

Pfizer autorizada apenas para maiores de 12 anos

O prazo para o anúncio de uma recomendação sobre esta vacina (Comirnaty) surgiu numa conferência de imprensa realizada hoje em Amesterdão, nos Países Baixos, apenas três dias depois de a EMA ter revelado o arranque do processo de avaliação da administração da vacina neste grupo etário. Até agora, a utilização da vacina da Pfizer/BioNTech está somente autorizada para pessoas com pelo menos 12 anos de idade.

Paralelamente, Marco Cavaleri adiantou também que estão a ser gerados dados sobre a vacinação contra a covid-19 em crianças entre os 5 e os 11 anos para a vacina Spikevax (Moderna) e que a EMA “está a discutir o potencial ‘timing’ de candidatura para a administração no futuro”, antecipando mais informações sobre este tema nas próximas semanas. A covid-19 provocou pelo menos 4.910.200 mortes em todo o mundo, entre mais de 241,48 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

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