Testemunho: «Tive o meu filho num dia de greve de enfermeiros e não desejo a ninguém o que passei»

Sempre idealizei o parto do meu filho como o momento mais feliz da minha vida. E assim foi até ao dia em que fui internada, às 38 semanas de gestação.

Testemunho: «Tive o meu filho num dia de greve de enfermeiros e não desejo a ninguém o que passei»

Testemunho: «Tive o meu filho num dia de greve de enfermeiros e não desejo a ninguém o que passei»

Sempre idealizei o parto do meu filho como o momento mais feliz da minha vida. E assim foi até ao dia em que fui internada, às 38 semanas de gestação.

Estava tudo preparado para a indução do parto, mas demorou até começar a fazer dilatação (mais de 12 horas) e o meu medo começou. Era quase 21:00 quando comecei a ouvir conversas de que, a partir da meia-noite, havia greve de enfermeiros.

Comecei a ficar com muito medo. Muito mesmo! Pedi, por tudo, para me levarem naquele momento para cesariana porque tinha receio do que pudesse acontecer depois da meia-noite. Tinha medo de não ter a assistência necessária, do meu bebé ser prejudicado… enfim… de um sem fim de inseguranças!

Acabou por nascer depois da meia-noite, sim! Mas com os cuidados necessários naquela altura, principalmente graças ao meu médico.

 

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