Jorge Gabriel e o adeus ao pai: «Nunca lhe poderei chamar cerimónia»

Neste sábado, dia 23, Jorge Gabriel escreveu um texto arrepiante para se despedir do pai, que morrera vítima de covid-19. O relato do apresentador da RTP1 revelou que devido às normas associadas ao novo coronavírus, o funeral passou muito depressa.

Jorge Gabriel e o adeus ao pai: «Nunca lhe poderei chamar cerimónia»

Nas redes sociais, Jorge Gabriel dedicou um texto arrepiante ao pai, que morrera vítima de covid-19, no hospital Amadora-Sintra, onde estava internado, a 19 de janeiro. O funeral aconteceu neste sábado, dia 23 de janeiro e o apresentador da RTP revelou que as normas por causa do novo coronavírus levaram a que o último adeus ao progenitor fosse demasiado rápido.

“Cinco dias após partir, consegui cruzar-me, pela última vez, com o corpo do Sr. Albano. Nunca lhe poderei chamar cerimónia. Cinco minutos talvez. Entre chegar o carro funerário, retirar as flores, e seguir para o crematório, tudo se desenrola num ápice. Normas Covid”, começou por lamentar Jorge Gabriel na sua página do Instagram, onde publicou uma foto do pai.

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