Joana Lemos casa-se em Luz de Tavira com o milionário dono da Juventus

Ex-piloto Joana Lemos casa-se com o milionário Lapo Elkann. A cerimónia aconteceu numa quinta em Arroio, Luz de Tavira, na tarde de quinta-feira, 7 de outubro.

Joana Lemos casa-se em Luz de Tavira com o milionário dono da Juventus

Ex-piloto Joana Lemos casa-se com o milionário Lapo Elkann. A cerimónia aconteceu numa quinta em Arroio, Luz de Tavira, na tarde de quinta-feira, 7 de outubro.

Joana Lemos estava noiva desde o início do ano e casou-se nesta quinta-feira, 7 de outubro, com o milionário Lapo Elkann, neto de Gianni Agnelli e um dos herdeiros do império que envolve a Juventus e a Ferrari. A notícia do casamento foi avançada pelo jornal Expresso. A cerimónia aconteceu nas margens da Ria Formosa, em área classificada como Parque Natural, sítio da Rede Natura 2000, Reserva Ecológica Nacional e protegida pelo plano de Ordenamento da Orla Costeira. Para o casamento, que se estendeu madrugada fora até ao dia seguinte, foi erguida uma infraestrutura temporária sem a autorização devida de todas as entidades competentes.

“A música podia ouvir-se a ouvir-se a mais de 500 metros de distância”, cita o semanário de Pinto Balsemão. O evento terá ocorrido por isso “de forma ilegal” porque a empresa organizadora “não terá tratado das autorizações devidas atempadamente e pode incorrer em processos de contraordenação e multa”.

Festa de casamento de Joana Lemos ocorreu de forma ilegal

O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) realizou “uma visita ao local” e verificou “que as tendas se localizam no logradouro e no jardim da propriedade não afetam valores naturais”. Porém, como o pedido não foi feito atempadamente, como dita o plano de ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa, a organização do evento “incorre numa contraordenação”. A autarquia recebeu “um único pedido de licença de ruído e apenas para uma noite” – e deu “parecer positivo”, apesar “o pedido referir uma festa e não a montagem de uma tenda”.

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve teve conhecimento do evento na véspera, mas através de “participação feita por um cidadão”. A CCDR confirma a queixa e diz não ter dúvidas de que o evento naquele local foi “completamente ilegal, ao abrigo da legislação da REN; Rede Natura 2000 (SIC – ZPE da Ria Formosa); POOC Vilamoura-Vila Real de Santo António; e regulamento do Parque Natural da Ria Formosa”.

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