Manuel Luís Goucha revela desejo da mãe para depois da morte

No programa que apresenta nas tardes da TVI, Manuel Luís Goucha evocou uma conversa que manteve com a mãe sobre a sua vontade de ser cremada depois da sua morte.

Manuel Luís Goucha revela desejo da mãe para depois da morte

No programa que apresenta nas tardes da TVI, Manuel Luís Goucha evocou uma conversa que manteve com a mãe sobre a sua vontade de ser cremada depois da sua morte.

Manuel Luís Goucha recebeu esta quinta-feira, 11 de fevereiro, no vespertino da TVI, Licínio e Susana, um casal de coveiros, para abordar as características da profissão em tempos de pandemia. No decorrer da conversa, o apresentador evocou a vontade mãe, Maria de Lurdes Sousa, de 97 anos, em ser cremada depois da sua morte.

“Hoje liguei para a minha mãe e perguntei-lhe: ‘como é que estás?’ e ela ‘não há meio de morrer‘ […]”, começou por contar o rosto da estação de Queluz de Baixo. Manuel Luís Goucha retorquiu à afirmação da sua progenitora com um questão: “E eu disse-lhe assim: ‘mas tu queres morrer?’ e ela ‘não, mas já sabes que eu quero ser cremada‘”, confidenciou.

Porém, o comunicador, de 66 anos, explicou que o desabafo da mãe surgiu na sequência de uma indisposição. “Ela hoje estava maldisposta, porque comeu três crepes e comeu aletria e arroz e, portanto, com 97 anos, a comer desta maneira deve pensar logo na morte”.

Goucha sobre a mãe: «Ela é a mulher da minha vida»

Manuel Luís Goucha concedeu uma entrevista especial a Cristina Ferreira no âmbito do programa “Conta-me”, em dezembro do ano passado. Durante a conversa, que juntou uma das duplas mais queridas do espectadores, o apresentador mostrou-se “apaziguado” com a ideia de “perda iminente e definitiva” da mulher que lhe deu a vida e recordou uma memória que o tem “perseguido” nos últimos tempos.

“Só cortei o cordão umbilical com a minha mãe aos 17 anos, quando vim para Lisboa. Há uma imagem que me persegue que é ela a ir levar-me à estação de Coimbra e ficar a dizer-me adeus, e eu a ela, os dois a chorarmos baba e ranho. O comboio ‘dobrar’ e eu perdê-la no horizonte. Essa imagem persegue-me muito, talvez porque a minha mãe tem 97 anos e eu tenho de preparar-me para que ela um dia deixe de fazer parte da minha vida, aqui”, recordou, de lágrimas nos olhos.

A entrevista incidiu ainda sobre sobre outros aspetos da vida privada do anfitrião do programa “Goucha”, nomeadamente a sua relação de longos anos com Rui Oliveira. Saiba mais aqui.

Texto Alexandre Oliveira Vaz e Mafalda Mourão; Fotos: Redes Sociais

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