Carolina Deslandes responde a elogios “envenenados”

Carolina Deslandes voltou a expor alguns dos comentários menos agradáveis que recebe dos seus seguidores. Ora veja:

Carolina Deslandes responde a elogios

Carolina Deslandes responde a elogios “envenenados”

Carolina Deslandes voltou a expor alguns dos comentários menos agradáveis que recebe dos seus seguidores. Ora veja:

Carolina Deslandes recorreu às redes sociais para fazer um “alerta” aos seguidores. A cantora, de 31 anos, que já revelou mais do que uma vez que recebe constantemente mensagens de internautas que opinam sobre o seu estilo ou aspeto físico, falou novamente sobre o tema. “Atenção, os seguintes exemplos não são elogios: 1) é tão bonita, que pena as tatuagens; 2) a cara é bonita, mas porque é que corta assim o cabelo?; 3) você parece que gosta de se meter feia”, começou por escrever no Instagram. De seguida, completou: “Ah! E não muda nada se no fim escreverem ‘é só a minha opinião’.” Os admiradores e apoiantes de Carolina Deslandes manifestaram-se na caixa de comentários. “Carolina, obrigada pelo trabalho público que fazes todos os dias”, “A opinião não solicitada e que não acrescenta nada”, “Mulher tão inspiradora”, “Um ser tão especial, em sensibilidade, sabedoria, talento, não pode, não deve, ler lixo. Bodyshaming é uma prática dos que não têm vida. Mantenha-se como é, como gosta, como se sente confortável” e “És um ser humano incrível. Tudo o resto não tem relevância. O corpo é teu, a imagem, a vontade e isso ninguém te tira, por mais que tentem faz séculos tirar-nos essa liberdade de Ser” são apenas alguns dos exemplos.  

“Preciso de me recuperar”: Carolina Deslandes fala após ir parar ao hospital por exaustão

  Em outubro, Carolina Deslandes fez um longo desabafo sobre como se tem sentido nos últimos tempos. A cantora anunciou que iria fazer uma pausa na sua agenda depois de ter ido parar, pela segunda vez, ao hospital por exaustão. “Por alguma razão, o descanso deixou de ser uma necessidade, e passou a ser uma coisa que tem de se ‘merecer’. Pelo menos na minha cabeça. O descanso vinha sempre associado a culpa, dizer não vinha sempre associado a ingratidão. E o medo, sempre o medo de perder, de ficar pra trás. De não ser produtiva. Só descansava no limite do limite”, escreveu Carolina Deslandes. Leia mais aqui.  

Texto: Joana Dantas Rebelo; Fotos: redes sociais 

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