Presidente do Barcelona revela que Viagra quis patrocinar camisola

​​Joan Laporta, recentemente eleito presidente do Barcelona, revela que teve uma proposta no mínimo insólita para o patrocínio na camisola. Nada menos do que… Viagra.

Presidente do Barcelona revela que Viagra quis patrocinar camisola

Presidente do Barcelona revela que Viagra quis patrocinar camisola

​​Joan Laporta, recentemente eleito presidente do Barcelona, revela que teve uma proposta no mínimo insólita para o patrocínio na camisola. Nada menos do que… Viagra.

​​Joan Laporta, recentemente eleito presidente do Barcelona, esteve presente na Assembleia Geral do emblema catalão, uma das mais importantes da história do clube. Quando questionado sobre uma possível venda do naming do estádio Camp Nou, explicou que essa hipótese estava completamente descartada, independentemente dos valores envolvidos no negócio: “Não vendemos o nome [do estádio], nós o promovemos com princípios éticos e democráticos. Sou um purista”, acrescentou.

«Não me pareceu adequado»

Presidente do Barcelona revela que Viagra quis patrocinar clube
Imagem: Twitter Goal Point

“Na minha primeira passagem pelo clube [entre 2003 e 2010] tive ofertas, por exemplo, de uma casa de apostas e de uma empresa [Pfizer] que queria colocar viagra na camisola. Não me pareceu adequado. Apostamos na UNICEF“, adiantou. A verdade é que este foi um marco histórico já que foi a primeira vez que a camisola do Barcelona tinha um patrocinador. A parceria durou dez anos, até 2011, altura em que o clube espanhol passou a ser patrocinado pela Qatar Airways.

Saída de Messi era inevitável

Ainda assim, Joan Laporta assegurou que Lionel Messi queria continuar no emblema que representou nos últimos 20 anos: “Não há qualquer razão para criticá-lo. Fez todos os possíveis para continuar. O Leo queria ficar. Estou triste, mas convencido de que defendemos da melhor forma os interesses do Barça.” “Deixa um legado enorme, fez história aqui. Foi o jogador que mais troféus conquistou e é uma referência de um período brilhante, mas espero que possamos superá-lo. Iniciamos uma nova era. Há um antes e um depois [de Messi]. Trouxe alegria, êxitos, imagens que ficam para a história. Fica um agradecimento eterno. No entanto, não vou dar falsas esperanças e dizer que a situação vai ficar controlada. A massa salarial está sobrecarregada. Com Messi, correspondia a 110% das receitas e sem ele é de 95%”, alertou Laporta.

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