Saiba quem é o pirata informático que roubou os emails ao Benfica e os vendeu ao FC Porto

Se for capturado, o pirata informático poderá explicar como, e por que verbas, é que a informação confidencial de uma empresa cotada em Bolsa foi parar às mãos do director de comunicação de outra

Saiba quem é o pirata informático que roubou os emails ao Benfica e os vendeu ao FC Porto

Saiba quem é o pirata informático que roubou os emails ao Benfica e os vendeu ao FC Porto

Se for capturado, o pirata informático poderá explicar como, e por que verbas, é que a informação confidencial de uma empresa cotada em Bolsa foi parar às mãos do director de comunicação de outra

O jovem Rui Pinto, diz a revista Sábado, terá sido intercetado pela primeira vez há uns anos depois de desviar 270 mil euros de um banco. Trata-se de um “génio da informática mercenário” que age motivado por dinheiro, sem qualquer ligação a clubes.

Para além do roubo de emails do Benfica, Rui Pinto também está associado ao desvio de dados sobre os processos do Sporting com a Doyen em 2015. Poderá estar aqui um dos principais indivíduos que fez várias publicações no polémico blogue “Football Leaks”, que divulgava documentos e informações oficiais no mundo do futebol português, especialmente transferências.

O alegado hacker diz estar inocente e afirma estar a ser vítima de difamação, disse ao jornal Correio da Manhã. Anteriormente, Rui Pinto já foi alvo de notícia na imprensa europeia como no The Sun, em Inglaterra, e a Marca, em Espanha.

O F.C. Porto já reagiu por um post do diretor de comunicação no Twitter, Francisco J. Marques:

[notícia atualizada]

Chama-se Rui Pinto, é de Gaia, tem menos de 30 anos e está fugido na Europa de Leste.

LEIA MAIS: E-toupeira: Defesa da SAD do Benfica diz que acusação assenta em “deduções genéricas”

Operava a partir de Budapeste quando roubou a informação privada que constava nos servidores informáticos do Benfica e está agora em parte incerta, procurado pelas autoridades de Portugal e de Espanha.

Se for capturado, poderá explicar como, e por que verbas, é que a informação confidencial de uma empresa cotada em Bolsa foi parar às mãos do director de comunicação de outra empresa cotada em Bolsa, que por sua vez cometeu repetidas e comprovadas vezes o crime se divulgação de correspondência privada num canal de expansão nacional.

Foto: D.R.

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