Três migrantes clandestinos a bordo de cargueiro detetados no porto de Lisboa

Três pessoas que viajavam de forma clandestina na porta do leme de um navio cargueiro com bandeira da Libéria foram hoje impedidas de entrar em Portugal, disse à agência Lusa o comandante local da Polícia Marítima de Lisboa.

Três migrantes clandestinos a bordo de cargueiro detetados no porto de Lisboa

Três migrantes clandestinos a bordo de cargueiro detetados no porto de Lisboa

Três pessoas que viajavam de forma clandestina na porta do leme de um navio cargueiro com bandeira da Libéria foram hoje impedidas de entrar em Portugal, disse à agência Lusa o comandante local da Polícia Marítima de Lisboa.

Três pessoas que viajavam de forma clandestina na porta do leme de um navio cargueiro com bandeira da Libéria foram hoje impedidas de entrar em Portugal, disse à agência Lusa o comandante local da Polícia Marítima de Lisboa.

Em declarações à Lusa, o comandante Diogo Branco explicou que os três migrantes foram detetados durante as manobras da embarcação no porto de Lisboa para reabastecimento de combustível.

“Durante a manobra de entrada, o rebocador que estava a dar apoio apercebeu-se que estavam algumas pessoas na porta do leme e informou o piquete da Polícia Marítima, tendo sido desencadeados todos os procedimentos legais”, contou.

O responsável afirmou que, de imediato, as autoridades procuraram assegurar-se de que “não havia entradas ilegais em território nacional” nem que haveria quedas ao mar.

“Procedeu-se a uma visita a bordo para assegurar as condições de segurança e constatou-se que estavam três elementos maiores de idade, homens, indocumentados, num espaço contíguo à porta do leme em condições absolutamente perigosas para a sua integridade física”, apontou.

Diogo Branco explicou que o destino do cargueiro é o porto de Antuérpia, na Bélgica, e que os três homens, a quem foi negado o desembarque em Portugal, irão seguir viagem sob responsabilidade do comandante da embarcação, estando a partida agendada para as 16:00 de hoje.

“Ficarão a cargo do comandante do navio que se assegurará das condições de habitabilidade necessárias e depois o seu desembarque na Monróvia (capital da Libéria), local onde embarcaram no dia 12 de abril”, atestou.

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