TAP quer reiniciar operação para Angola com quatro voos semanais

A TAP está preparada para retomar os voos entre Portugal e Angola logo que sejam levantadas as restrições motivadas pela pandemia e quer reiniciar a operação com quatro voos semanais para Luanda, disse hoje fonte da companhia.

TAP quer reiniciar operação para Angola com quatro voos semanais

TAP quer reiniciar operação para Angola com quatro voos semanais

A TAP está preparada para retomar os voos entre Portugal e Angola logo que sejam levantadas as restrições motivadas pela pandemia e quer reiniciar a operação com quatro voos semanais para Luanda, disse hoje fonte da companhia.

Em resposta a questões colocadas pela agência Lusa, a mesma fonte disse que a companhia aérea “está preparada para retomar os voos entre Portugal e Angola logo que sejam levantadas as restrições motivadas pela pandemia e cumprindo com todos os requisitos que forem impostos pelas autoridades”.

Lembrando que tem realizado ao longo dos últimos meses vários voos especiais de repatriamento, a fonte da TAP adiantou que a empresa “tenciona reiniciar a sua operação regular para Angola com quatro voos por semana entre Lisboa e Luanda”.

“O plano de retoma de operações da TAP será ajustado sempre que as circunstâncias o exijam, face à dinâmica das imposições e restrições dos vários países e mercados, em virtude da evolução da pandemia, bem como da procura”, concluiu ainda a fonte da companhia aérea.

O Governo angolano anunciou na terça-feira que vai reabrir o espaço aéreo a voos internacionais a partir de 21 de setembro e a voos domésticos a partir de 14 de setembro, deixando de ser necessária autorização para entrar no país.

O anúncio foi feito pelo ministro de estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, que atualizou as medidas que vão vigorar a partir de quarta-feira no âmbito de um novo decreto presidencial, depois de uma reavaliação da situação epidemiológica.

“Pretende-se, de acordo com a programação, começar com voos regulares, não ainda comerciais no sentido estrito da palavra, a partir de 14 de setembro para voos domésticos e internacionais a partir de 21 de setembro”, dispensando-se autorização formal das autoridades angolanas desde que se faça um teste de despistagem da covid-19 pré-embarque, anunciou.

Segundo Adão de Almeida, permanece o princípio da existência da cerca sanitária em território angolano, mas algumas categorias de cidadãos passam a fazer parte das exceções dos que podem entrar e sair do território nacional, nomeadamente cidadãos angolanos e estrangeiros residentes, bem como profissionais estrangeiros que prestam serviço em Angola e estrangeiros portadores de visto de trabalho.

As novas regras “visam permitir criar um espaço maior para que alguns cidadãos possam regressar com menos constrangimentos”, justificou.

Cidadãos nacionais e residentes em território angolano, bem como os não residentes, estão sujeitos ao princípio da quarentena domiciliar.

Também são consideradas exceções, as viagens oficiais de responsáveis angolanos para o exterior ou a entrada de delegações estrangeiras, complementou Adão de Almeida.

Continua a ser necessário assinar um termo de responsabilidade e podem ser aplicadas multas de 150 a 250 mil kwanzas (206 a 343 euros) para quem violar as normas.

Angola fechou as suas fronteiras aéreas em 20 de março.

O país conta atualmente com 3.033 casos de covid-19, dos quais 124 óbitos.

 

ATR (RCR) // VM

By Impala News / Lusa

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