SIMM aprova por unanimidade manutenção da greve dos motoristas

O Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias reivindica que a associação patronal Antram cumpra o acordo assinado em maio, que prevê uma progressão salarial.

SIMM aprova por unanimidade manutenção da greve dos motoristas

SIMM aprova por unanimidade manutenção da greve dos motoristas

O Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias reivindica que a associação patronal Antram cumpra o acordo assinado em maio, que prevê uma progressão salarial.

Leiria, 10 ago 2019 (Lusa) – O plenário do Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) aprovou hoje em Leiria, por unanimidade, a manutenção da greve, com que reivindicam que a associação patronal Antram cumpra o acordo assinado em maio, que prevê uma progressão salarial.

Cerca de meia centena de motoristas reuniu-se esta manhã no Estádio Municipal de Leiria e, no final, o porta-voz do SIMM, Anacleto Rodrigues, anunciou a manutenção da greve, “por tempo indeterminado”, acrescentando que a reunião serviu ainda para preparar os piquetes, “para que tudo decorra sem sobressaltos e não haja conflitos”.

À tarde, em Aveiras, o SIMM reúne em novo plenário com o Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP).

A greve foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas e pelo SIMM, a que se associou o Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte (STRUN).

Os motoristas reivindicam que a associação patronal Antram cumpra o acordo assinado em maio, que prevê uma progressão salarial.

O Governo decretou serviços mínimos entre 50% e 100%, racionou os abastecimentos de combustíveis e declarou crise energética até às 23:59 de 21 de agosto, que implica “medidas excecionais” para minimizar os efeitos da paralisação e garantir o abastecimento de serviços essenciais como forças de segurança e emergência médica.

Num parecer solicitado pelo Governo, o Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República (PGR) considera que o executivo “tem direito a fixar serviços mínimos indispensáveis” para satisfazer “necessidades sociais impreteríveis”.

Entende o Conselho Consultivo da PGR que “a requisição civil só deverá ser utilizada, excecionalmente, em situações em que o incumprimento ou o cumprimento defeituoso dos serviços mínimos sejam causadores de graves perturbações da vida social”.

MLE // VM

By Impala News / Lusa

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