Após professores receberem prendas de luxo, escola impõe limite de 55 euros para presentes

Após professores receberem prendas de luxo, escola impõe limite de 55 euros para presentes

A imposição deu-se depois de terem sido descobertos casos de que gastavam mais de 5 mil euros por período escolar em presentes para professores

St. Helen e St. Katharin, é uma prestigiada escola britânica, localizada em em Abingdon, Oxfordshire. Mas, recentemente, está a ser falada não pela qualidade do seu ensino, mas pelo dinheiro que os encarregados de educação gastam em presentes para os professores.

LEIA MAIS: Escolas devem limitar acesso a alimentos menos saudáveis

Relatos apontam para que certos pais tenham gasto mais de cinco mil euros em prendas para os funcionários, por período escolar. Malas de marcas de luxo e vouchers para restaurantes com estrelas Michelin, foram alguns dos presentes mais oferecidos aos docentes.

Perante esta situação, a escola privada decidiu criar um valor limite de 55 euros por presentes de Natal para os educadores. No entanto, o estabelecimento de ensino recordou que nos seus regulamentos está explicito que não são permitidas prendas que possam deixar os professores numa «posição desconfortável».

A informação relativa às prendas de Natal foi enviada por carta a todos os encarregados de educação no passado dia 23 de novembro.

«Aquilo que eu mais aprecio nesta época é um cartão dos pais a dizer que o seu filho está feliz e adaptado», referiu uma professora da escola que já se tinha queixado à imprensa local sobre esta questão. A mesma funcionária ainda relembrou que mesmo um presente de 11 euros «é demasiado», tendo em conta que significa que cada professor receberá no total prendas no valor de 330 por turma.

VEJA AINDA: Professor isola aluno com cancro para «não contagiar» colegas

 

Siga a Impala no Instagram

Impala Instagram


RELACIONADOS

Após professores receberem prendas de luxo, escola impõe limite de 55 euros para presentes

A imposição deu-se depois de terem sido descobertos casos de que gastavam mais de 5 mil euros por período escolar em presentes para professores