Presidente do parlamento moçambicano destaca China como parceiro “nos momentos mais difíceis”

A presidente do parlamento moçambicano enalteceu hoje a importância da cooperação com a China, lembrando que o país asiático “sempre esteve ao lado de Moçambique nos momentos mais difíceis”.

Presidente do parlamento moçambicano destaca China como parceiro

Presidente do parlamento moçambicano destaca China como parceiro “nos momentos mais difíceis”

A presidente do parlamento moçambicano enalteceu hoje a importância da cooperação com a China, lembrando que o país asiático “sempre esteve ao lado de Moçambique nos momentos mais difíceis”.

“A China está sempre presente nos momentos mais difíceis de Moçambique”, declarou Esperança Bias, durante uma reunião virtual com Wang Yang, presidente do Comité Nacional da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês.

A presidente do parlamento moçambicano lembrou o apoio que a China prestou a Moçambique face à pandemia, destacando que o país asiático foi o primeiro a disponibilizar vacinas contra a covid-19 para Maputo.

“A apesar de a China ter sofrido fortemente com o impacto desta pandemia, ajudou Moçambique com vários lotes de vacinas”, frisou Esperança Bias.

Segundo a responsável, os dois países vão continuar a envidar esforços para reforçar a cooperação bilateral, destacando as áreas política e económica como as prioritárias.

“As relações entre os nossos dois países são bastante antigas e têm-se fortificado ao longo dos tempos”, acrescentou a presidente do parlamento moçambicano.

Na manhã de hoje, a ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Verónica Macamo, e o embaixador da China em Maputo, Wang Hejun, anunciaram que Pequim vai doar o equivalente a 13,9 milhões de euros e cancelar sete milhões de euros de dívida de Moçambique.

No final da cerimónia de assinatura dos acordos não houve oportunidade para perguntas dos jornalistas, mas em março de 2021 o então ministro da Economia e Finanças de Moçambique, Adriano Maleiane, disse no parlamento que o país devia 1.700 milhões de euros à China, o equivalente a 16% do valor total da dívida pública (estimada em 10.420 milhões de euros).

A quase totalidade (1.660 milhões de euros) era devida ao Exim Bank Chinês pela construção de estradas e pontes, incluindo a via circular de Maputo, a ponte suspensa sobre a baía de Maputo e as estradas a sul, afirmou Maleiane.

EYAC (PMA) // VM

By Impala News / Lusa

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