PR moçambicano lança sinal aberto de televisão digital terrestre

Filipe Nyusi inaugurou o sinal aberto de televisão digital terrestre no país, na cidade da Beira, dando início ao período de transição que vai levar ao fim da emissão analógica, em data a determinar.

PR moçambicano lança sinal aberto de televisão digital terrestre

PR moçambicano lança sinal aberto de televisão digital terrestre

Filipe Nyusi inaugurou o sinal aberto de televisão digital terrestre no país, na cidade da Beira, dando início ao período de transição que vai levar ao fim da emissão analógica, em data a determinar.

“Estamos a trabalhar para dentro de um ano podermos avaliar se existem ou não condições para declarar o apagão do sinal analógico”, disse o chefe de Estado, assinalando que a “contagem decrescente” começou. 

“A nossa meta é aumentar a cobertura territorial para 85% em 2024” e “iniciar a migração da radiodifusão sonora”, explicou, durante a cerimónia na capital provincial de Sofala, centro do país

Nyusi pediu ao Instituto Nacional de Telecomunicações de Moçambique (INCM) a elaboração de um “programa detalhado de retirada dos emissores analógicos, criando ao longo do processo as condições necessárias para que o apagão não seja um fator de exclusão”.

A migração da radiodifusão analógica para digital é garantida com financiamento chinês no valor de 156 milhões de dólares.

A rede combina 60 retransmissores espalhados pelas capitais provinciais e vários distritos e arranca com 18 canais abertos.

Nyusi desafiou operadores e profissionais de televisão a descobrirem oportunidades e a apostarem em melhores conteúdos.

Para ligar televisores analógicos à nova norma são necessários conversores vendidos em agentes autorizados da Transporte, Multiplexação e Transmissão (TMT), empresa pública responsável pelo sinal, ao preço de 1.200 meticais (cerca de 14 euros).

A TMT já entregou 110.000 descodificadores dos cerca de 400 mil que se espera venham a ser distribuídos até o final de 2021, referiu Victor Mbebe, presidente da TMT, citado pela Agência de Informação de Moçambique (AIM).

LFO // JLS

Lusa/fim

By Impala News / Lusa

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