Vítima de cyberbullying descobre que responsável era… a mãe

A mulher enviou milhares de mensagens de ódio à própria filha e ao namorado desta.

Vítima de cyberbullying descobre que responsável era... a mãe

Vítima de cyberbullying descobre que responsável era… a mãe

A mulher enviou milhares de mensagens de ódio à própria filha e ao namorado desta.

Dois jovens fizeram queixa à polícia por estarem a receber mensagens “humilhantes e maldosas” de uma pessoa anónima. Com falta de recursos para dar sequência à denúncia, foi o FBI quem assumiu o caso. Após vários meses, os investigadores chegaram a um nome: Kendra Gail Licari, mãe de uma das vítimas. A mulher, de 42 anos, era treinadora de basquetebol no colégio da filha. Além de usar uma VPN para encobrir o seu rasto, também usava números de telemóveis com indicativos de outros estados. Além disso, usava gírias e abreviações para fazer-se passar por adolescente. Kendra chegou a incriminar um colega da filha.

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“Eventualmente, pudemos ver que o IP dela estava a aparecer e a desaparecer imediatamente antes e imediatamente depois de essas mensagens serem enviadas”, explicou David Barberi, procurador do condado de Isabella, no Michigan. A revelação caiu que nem uma bomba para os investigadores e para as vítimas. “Mesmo quando percebemos que não era um jovem, nunca pensámos que seria um progenitor”, disse William Chilman, superintendente das escolas públicas da cidade de Beal. Confrontada com as provas, Kendra confessou ser a responsável pelas mensagens.

Kendra vai aguardar em liberdade após pagar fiança

No total, as milhares mensagens de assédio e ódio, direcionadas principalmente à filha de Kendra, mas também ao namorado da jovem, totalizaram 349 páginas de provas. Kendra foi denunciada e responde por duas acusações de perseguição de menores, duas de uso de computador para cometer um crime e uma por obstrução à Justiça. Aguarda o julgamento em liberdade após pagar uma fiança de cinco mil euros. Neste mês de janeiro, terá lugar uma audiência para determinar se há provas suficientes para levar o caso para julgamento. Se condenada, pode enfrentar até cinco anos de prisão efetiva.

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