Viola jovem que conheceu no Tinder e alega que «App é para ter sexo»

Um homem, de 33 anos, violou uma jovem que conheceu no Tinder e justificou-se dizendo que «a app é para ter sexo». O caso está a ser julgado em Sidney, na Austrália

Viola jovem que conheceu no Tinder e alega que «App é para ter sexo»

Um homem, de 33 anos, violou uma jovem que conheceu no Tinder e justificou-se dizendo que «a app é para ter sexo». O caso está a ser julgado em Sidney, na Austrália

O caso tem dividido a opinião pública. Rogerio Luiz De Souza Correia, de origem brasileira, é acusado de seis crimes de agressão sexual agravada a uma jovem que conheceu no Tinder.

A jovem, de 29 anos, assegurou ter recusado praticar sexo vaginal e anal, tendo sido obrigada a fazê-lo «de forma dolorosa». «Tentou tirá-lo de cima dela, mas não conseguiu. Foi agressivo com ela e foi algo doloroso e traumatizante», afirmou o advogado da vítima.

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O acusado  e a alegada vítima conheceram-se através da aplicação Tinder e trocaram mensagens durante cinco semanas, antes de marcarem um encontro presencial.

Combinaram no bar Strawberry Hills e seguiram depois para o apartamento da jovem, onde terá ocorrido a violação. Rogerio Luiz De Souza Correia negou ter violentado a mulher e afirmou em tribunal ter-se tratado de «sexo consensual».

«Ela estava bêbada e tinha fumado droga. Podem condenar-me de me ter aproveitado de uma pessoa drogada, mas não forcei ninguém», disse o réu.

«Todos sabem para que serve o Tinder. É para sexo. Quem não o quer não anda por lá», defende-se o arguido

Contudo, as perícias policiais indicam que a jovem foi amarrada e tinha lesões condizentes com violação. O suspeito tem uma explicação para os ferimentos. «Como disse, ela estava alcoolizada e pediu sexo violento.»

«Além do mais, todos sabem para que serve o Tinder. É para fazer sexo. Quem não o quer não anda por lá.» Já no primeiro interrogatório policial, Rogerio tinha justificado dessa forma o ‘ataque’.

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O suspeito afirmou também que apenas usou os dedos e que «as lesões foram na força que ela pediu para usar». Uma tese refutada pelo médico legista.

Apesar das provas existentes, muitos foram os australianos que defenderam o alegado agressor. O caso está a ter grande repercussão na Austrália, onde a opinião publica se dividiu.

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