União Europeia chega a acordo sobre pescas para 2023

Os ministros das Pescas chegaram a acordo sobre as possibilidades de pesca para 2023, no Atlântico e no Mediterrâneo, e até 2024 para as espécies de águas profundas.

União Europeia chega a acordo sobre pescas para 2023

União Europeia chega a acordo sobre pescas para 2023

Os ministros das Pescas chegaram a acordo sobre as possibilidades de pesca para 2023, no Atlântico e no Mediterrâneo, e até 2024 para as espécies de águas profundas.

Os ministros das Pescas da UE chegaram hoje a acordo sobre as possibilidades de pesca para 2023, no Atlântico e no Mediterrâneo, e até 2024 para as espécies de águas profundas, em águas geridas pelo bloco.

Lisboa. Proteção Civil deixa apelo: “Fiquem em casa”
O mau tempo que se tem feito sentir, e que continuará em destaque ao longo das próximas horas, leva a Proteção Civil a deixar um apelo aqueles que vivem na Grande Lisboa (… continue a ler aqui)

Depois de dois dias de negociações, que incluiu uma direta de quase 24 horas, o Conselho da União Europeia (UE) conseguiu fechar um acordo sobre os totais admissíveis de captura e as respetivas partições para 2023, e que se estende a 2024 para as espécies de águas profundas, como o goraz e o peixe-espada. Falta ainda conseguir um acordo com o Reino Unido e a Noruega para ‘stocks’ partilhados.

Falta ainda conseguir um acordo com o Reino Unido e a Noruega para ‘stocks’ partilhados

A organização não governamental Oceana já contestou o acordo alcançado, considerando que os 27 fizeram “um progresso modesto no que respeita à exploração dos ‘stocks’ no Atlântico”, mas falharam no que respeita ao mar Mediterrâneo, “apesar da proposta ambiciosa da Comissão Europeia”.

UE adota “taxa de carbono” para tornar importações industriais mais ecológicas
O Parlamento Europeu e os Estados-membros da UE anunciaram hoje a adoção de um mecanismo inovador para tornar as importações industriais da Europa mais ecológicas, cobrando pelas emissões de carbono associadas à sua produção (… continue a ler aqui)

Pescas aumentam em quatro espécies de economicamente relevantes

No que respeita à pescada, após os ministros da tutela da União Europeia (UE) terem chegado hoje a um acordo, os totais admissíveis de capturas (TAC) aumentam 103%, passando a quota para as 4.645 toneladas, com o tamboril a crescer 12% para as 689 toneladas, o areeiro 33%, para as 92 toneladas e o carapau 15%, para as 117.126 toneladas. Maria do Céu Antunes destacou ainda, em declarações aos jornalistas, a manutenção das quotas de goraz, linguado e raia curva, para as quais estavam propostas reduções, e que representam um impacto financeiro de “10 milhões de euros”. A ministra salientou também ter sido atingido o objetivo de manter a atividade de apanha da enguia no rio Minho.

Em relação ao bacalhau, “foi fixada uma quota trimestral para o arquipélago norueguês de Svalbard e que permite manter a atividade até haver acordo com a Noruega”, o que deverá acontecer até março. Sobre a proposta apresentada no domingo, o primeiro dia de trabalhos, por Portugal, Espanha e França, de se optar por um modela de gestão plurianual em espécies que o permitam, a ministra esclareceu que a discussão foi adiada “sem quadro temporal”. Os ministros das Pescas da UE chegaram hoje a acordo sobre as possibilidades de pesca para 2023, no Atlântico e no Mediterrâneo, e até 2024 para as espécies de águas profundas, em águas geridas pelo bloco.

Depois de dois dias de negociações, que incluiu uma direta de quase 24 horas, o Conselho da União Europeia (UE) conseguiu fechar um acordo sobre os totais admissíveis de captura e as respetivas partições para 2023, e que se estende a 2024 para as espécies de águas profundas, como o goraz e o peixe-espada, ‘stock’ que levou um corte de 6%.

Impala Instagram


RELACIONADOS