Ucrânia: Pelo menos sete mortos e 34 feridos em ataque a zona residencial em Kharkiv

Pelo menos sete pessoas morreram e 34 ficaram feridas num bombardeamento russo a uma zona residencial de Kharkiv, adiantou hoje o governador daquela região do nordeste da Ucrânia, noticia a AFP.

Ucrânia: Pelo menos sete mortos e 34 feridos em ataque a zona residencial em Kharkiv

Ucrânia: Pelo menos sete mortos e 34 feridos em ataque a zona residencial em Kharkiv

Pelo menos sete pessoas morreram e 34 ficaram feridas num bombardeamento russo a uma zona residencial de Kharkiv, adiantou hoje o governador daquela região do nordeste da Ucrânia, noticia a AFP.

“Os ocupantes dispararam sobre uma das zonas residenciais da cidade de Kharkiv. Infelizmente, 34 pessoas foram feridas, incluindo três crianças e sete pessoas foram mortas, incluindo uma criança de sete meses”, adiantou na rede social Telegram Oleg Sinegoubov, cita a agência de notícias francesa.

O responsável ucraniano pediu à população para não sair à rua e acusou a Rússia de estar a atacar alvos civis: “O segundo maior exército do mundo (o exército russo), ao que parece, só pode lutar com a população civil”, disse.

Segundo Oleg Sinegoubov mais de 500 civis foram mortos naquela região fronteiriça com a Rússia desde que a invasão da Ucrânia começou, em 24 de fevereiro,

Com quase 1,5 milhões de habitantes antes do conflito, Kharkiv é a segunda maior cidade da Ucrânia, tendo sido alvo de ataques pesados durante vários dias no início da ofensiva, embora tenha permanecido sempre sob o controlo das forças ucranianas.

A Rússia lançou uma ofensiva militar na Ucrânia em 24 de fevereiro, que já matou quase 2.000 civis, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A guerra causou a fuga de mais de 11 milhões de pessoas, mais de cinco milhões das quais para países vizinhos.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu enviando armas à Ucrânia e reforçando as sanções económicas e políticas a Moscovo.

JCR // MAD

By Impala News / Lusa

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