Ucrânia: Militares recuperam aeroporto e derrotam russos na cidade de Mykolaiv

As forças ucranianas recuperaram o controlo do aeroporto militar de Kulbakino, em Mykolaiv, no sul da Ucrânia, e repeliram a ofensiva russa contra a cidade, divulgou hoje o governador daquela região, Vitaly Kim.

Ucrânia: Militares recuperam aeroporto e derrotam russos na cidade de Mykolaiv

Ucrânia: Militares recuperam aeroporto e derrotam russos na cidade de Mykolaiv

As forças ucranianas recuperaram o controlo do aeroporto militar de Kulbakino, em Mykolaiv, no sul da Ucrânia, e repeliram a ofensiva russa contra a cidade, divulgou hoje o governador daquela região, Vitaly Kim.

As forças ucranianas recuperaram o controlo do aeroporto militar de Kulbakino, em Mykolaiv, no sul da Ucrânia, e repeliram a ofensiva russa contra a cidade, divulgou hoje o governador daquela região, Vitaly Kim. “O aeroporto de Kulbakino foi retomado. Não há mais orcs [referência aos russos]”, destacou, numa publicação através da rede social Telegram. A mesma fonte alertou que as forças russas “vão executar uma contraofensiva no aeroporto”.

O governador daquela região no sul da Ucrânia, junto ao mar negro, assegurou ainda que as forças ucranianas repeliram o ataque dos militares russos à cidade”. “Derrotámo-los na cidade”, realçou, explicando que os combates continuam a decorrer na periferia. As forças russas tinham lançado anteriormente uma ofensiva contra a cidade de Mykolaiv, entre Kherson e Odessa.

A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar com três frentes na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamentos em várias cidades. As autoridades de Kiev contabilizaram, até ao momento, mais de 2.000 civis mortos, incluindo crianças, e, segundo a ONU, os ataques já provocaram mais de um milhão de refugiados na Polónia, Hungria, Moldova e Roménia, entre outros países.

O Presidente russo, Vladimir Putin, justificou a “operação militar especial” na Ucrânia com a necessidade de desmilitarizar o país vizinho, afirmando ser a única maneira de a Rússia se defender e garantindo que a ofensiva durará o tempo necessário. O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional, e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas para isolar ainda mais Moscovo.

 

 

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