Tribunal condena 61 pessoas por tráfico de droga no Grande Porto

O Tribunal de São João Novo, no Porto, condenou 61 pessoas, 26 delas a penas de prisão efetiva, e absolveu 24 outros arguidos num processo por tráfico de droga no Grande Porto.

Tribunal condena 61 pessoas por tráfico de droga no Grande Porto

Tribunal condena 61 pessoas por tráfico de droga no Grande Porto

O Tribunal de São João Novo, no Porto, condenou 61 pessoas, 26 delas a penas de prisão efetiva, e absolveu 24 outros arguidos num processo por tráfico de droga no Grande Porto.

O Tribunal de São João Novo, no Porto, condenou hoje 61 pessoas, 26 delas a penas de prisão efetiva, e absolveu 24 outros arguidos num processo por tráfico de droga no Grande Porto.

As penas de prisão efetiva aplicadas a 26 arguidos oscilam entre um ano e nove meses e dez anos. Outros 34 arguidos foram condenados a penas entre um ano e seis meses e cinco anos, suspensas na sua execução, havendo também uma pessoa condenada a cumprir 180 horas de trabalho comunitário. Devido ao número de arguidos envolvidos no processo, o julgamento, que começou a 27 de outubro de 2016, realizou-se no Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Valadares, em Vila Nova de Gaia, dado o Tribunal São João Novo, no Porto, não ter espaço.

Além de tráfico de droga, alguns dos arguidos foram condenados por detenção de arma proibida e condução de veículo sem habilitação legal. Segundo a acusação, os arguidos, que estavam divididos em vários grupos, traficaram droga, nomeadamente cocaína e heroína, entre 2012 e 2015 no Grande Porto, sobretudo no Bairro Dr. Nuno Pinheiro Torres. Entre os arguidos, com idades entre os 18 e 77 anos, havia responsáveis pela aquisição da droga, transporte, armazenamento — sobretudo em casas de recuo -, preparação, embalagem, distribuição e venda.

Alguns dos suspeitos usavam netos, filhos e irmãos menores para fazer entregas de droga a clientes e, assim, não levantar suspeitas. A investigação envolveu mais de 100 buscas domiciliárias e resultou na apreensão de 11 quilos de droga, dos quais 5,2 eram cocaína, e 160 mil euros.

Os bens, nomeadamente dinheiro, carros ou armas, apreendidos aos agora condenados foram declarados perdidos a favor do Estado.

 

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