Três mulheres da mesma família espancadas até a morte

Funcionária pública brasileira foi encontrada morta ao lado da mãe e da tia. Suspeito de matar as três mulheres é o irmão adotivo, que saiu temporariamente da prisão.

Três mulheres da mesma família espancadas até a morte

Três mulheres da mesma família espancadas até a morte

Funcionária pública brasileira foi encontrada morta ao lado da mãe e da tia. Suspeito de matar as três mulheres é o irmão adotivo, que saiu temporariamente da prisão.

Três mulheres foram encontradas mortas com sinais de espancamento, no Jardim Paraíso, na zona norte de São Paulo, Brasil. Uma das vítimas trabalhava na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Funcionários da empresa contaram às autoridades policiais que Denise Pacheco, de 53 anos, faltou dois dias ao serviço e que tentaram entrar em contato com ela, mas não conseguiram. O crime teve lugar na passada segunda-feira, dia 23 de dezembro.

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Três mulheres encontradas mortas com sinais de espancamento

Os familiares de Denise também estavam preocupados com o desaparecimento. Foi essa preocupação que levou um tio da mulher a apresentar queixa pelo desaparecimento da sobrinha e insistiu para que a Polícia abrisse a porta da casa onde morava a vítima. Após um mandado de busca, as autoridades conseguiram entrar a residência. Encontraram três mulheres mortas: Denise, a tia Benilde, de 70, e a mãe, Elsa, de 90, mortas dentro da casa, com graves sinais de espancamento. A Polícia suspeita que o filho adotivo de Elsa, Flavio Augusto, seja o autor dos crimes. O homem, consumidor de drogas, tinha saído temporariamente da prisão, na sexta-feira anterior ao crime. Também é suspeito de ter roubado o carro da irmã após ter cometido o crime.

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