Traficante de droga por “equívoco” libertado por juíza de Beja

Arguido acusado de ser traficante de droga confessou a posse de canábis, armas e munições, mas referiu estar convencido de que “cumpria as leis de Portugal”.

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Traficante de droga por “equívoco” libertado por juíza de Beja

Arguido acusado de ser traficante de droga confessou a posse de canábis, armas e munições, mas referiu estar convencido de que “cumpria as leis de Portugal”.

Um homem de 57 anos, de nacionalidade belga, foi condenado pelo Tribunal de Beja nesta terça-feira, 27 de abril, a pena de prisão suspensa por três anos por tráfico de droga e posse de arma proibida. A juíza relevou que a confissão do arguido sobre factos foi feita sem reservas e com sinceridade – “sem rebuço” –, mas avisou o traficante por “equívoco”. “Não o quero ver nesta sala nos próximos 15 anos”, pediu Ana Batista. O belga deu-lhe a certeza de que isso não voltaria a acontecer, justificando não ser traficante e que tudo resultara de um “equívoco”.

Belga diz-se traficante por “equívoco”

“De certeza que não verá.” Isto “foi um equivoco”. Em julgamento, o arguido confessou posse de canábis, armas e munições, mas referiu achar que “cumpria as leis de Portugal”. O homem vive num monte em Beja desde que se reformou, há dois anos, quando veio para Portugal. “A canábis é usada para fins medicinais, como o fazia no meu país. Sempre pensei que fosse legal em Portugal. Por isso tinha as plantas à vista, sem qualquer problema. As armas e as munições trouxe-as da Bélgica, onde as herdei de familiares”, justificou.

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