Suspeito de matar irmã de Djaló: «Não sei se carreguei no travão ou acelerador»

O arguido está a ser julgado por 17 crimes de homicídio qualificado (um na forma consumada e 16 na forma tentada) e condução perigosa

Suspeito de matar irmã de Djaló: «Não sei se carreguei no travão ou acelerador»

Suspeito de matar irmã de Djaló: «Não sei se carreguei no travão ou acelerador»

O arguido está a ser julgado por 17 crimes de homicídio qualificado (um na forma consumada e 16 na forma tentada) e condução perigosa

O jovem acusado de ter atropelado mortalmente a irmã de Djaló, Açucena Patrícia, afirmou, esta segunda-feira, 14 de outubro, no Tribunal de Almada, que terá perdido o controlo do carro e que a inexperiência na condução terá ditado o pior, avança o Jornal de Notícias (JN). «Tinha a carta há dois meses e não sei se carreguei no travão ou acelerador.»

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Atropelamento que matou Açucena Patrícia foi intencional e por vingança

Suspeito diz que «estava humilhado»

O arguido, que está a ser julgado por 16 crimes de homicídio qualificado na forma tentada, e um na forma consumada, garantiu que não agiu intencionalmente. «Estava humilhado, confuso devido às agressões e foi quando perdi o controlo do carro.» De acordo com o JN, o Ministério Público defende que o jovem entrou com o carro numa zona interdita e com várias pessoas em festa, entre as quais a irmã de Djaló, para se vingar de jovens que o tinham agredido antes num bar.

Quando foi detido, o jovem admitiu ter investido contra os agressores, mas defendeu hoje em tribunal que apenas o disse por conselho da advogada e por não estar consciente. O arguido está preso preventivamente na cadeia do Montijo e arrisca pena máxima, 25 anos de prisão.

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