Suspeito de matar jovem à porta de discoteca no Algarve conhece hoje decisão do tribunal

O jovem de 21 anos acusado de ter matado a tiro outro jovem que se encontrava a trabalhar numa discoteca em Boliqueime, Loulé, em agosto de 2019, conhece hoje o acórdão do Tribunal de Faro.

Suspeito de matar jovem à porta de discoteca no Algarve conhece hoje decisão do tribunal

Suspeito de matar jovem à porta de discoteca no Algarve conhece hoje decisão do tribunal

O jovem de 21 anos acusado de ter matado a tiro outro jovem que se encontrava a trabalhar numa discoteca em Boliqueime, Loulé, em agosto de 2019, conhece hoje o acórdão do Tribunal de Faro.

O jovem de 21 anos acusado de ter matado a tiro outro jovem que se encontrava a trabalhar numa discoteca em Boliqueime, Loulé, em agosto de 2019, conhece hoje o acórdão do Tribunal de Faro.

O crime remonta à madrugada de 23 de agosto de 2019, quando Lucas Leote, de 19 anos, que pertencia ao ‘staff’ da discoteca Lick, no Algarve, foi atingido mortalmente com um tiro na cabeça, tendo o suspeito do disparo fugido do local.

A leitura do acórdão estava agendada para 26 de março, mas o tribunal adiou-a para hoje, depois de o juiz que preside ao coletivo que julga o caso ter proposto a alteração dos termos da acusação relativamente ao motivo que sustenta a qualificação do crime, apurado pelo tribunal, mas que não consta da acusação.

Lembrando que o crime foi filmado pelo sistema de videovigilância, Joaquim Jorge da Cruz criticou, nessa sessão, a omissão de factos na acusação e sublinhou não perceber por que razão “[a acusação] é tão curtinha, só com seis parágrafos”, obrigando o tribunal a um “esforço adicional no apuramento dos factos”.

António Tavares está acusado de um crime de homicídio qualificado, dois crimes de homicídio qualificado na forma tentada, um crime de detenção de arma proibida e um crime de condução de veículo a motor sem habilitação legal.

“Também não constava da acusação o motivo do crime e a verdade é que temos uma hora e meia que medeia os factos, que é o que atesta a frieza de ânimo, também apurada pelo tribunal, e é isto que qualifica o homicídio”, afirmou, na ocasião, o juiz Joaquim Jorge da Cruz.

Segundo o tribunal, os seguranças da discoteca recusaram a entrada de António Tavares no espaço, na madrugada de 23 de agosto de 2019, apreendendo um cartão de cidadão por si apresentado, mas que não era seu, a que se seguiram injúrias e ameaças verbais por parte do arguido.

Depois, António Tavares “ausentou-se do local, dirigiu-se a casa de um amigo de identidade não apurada e de lá trouxe uma pistola de calibre nove milímetros municiada”, com a qual efetuou dois disparos em direção a uma das portas da discoteca, com um capacete na cabeça.

O segundo tiro atingiu mortalmente Lucas Leote, de 19 anos, que pertencia ao ‘staff’ da discoteca Lick, situada em Boliqueime, Loulé, e que se encontrava com os dois seguranças do espaço junto daquela porta.

O arguido, que em tribunal se mostrou arrependido, alegando que não teve intenção de matar, esteve fugido durante cerca de um ano até ser detido nos arredores de Paris e entregue às autoridades portuguesas em agosto do ano passado.

A leitura do acórdão está marcada para as 14:00 no Tribunal de Faro.

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