Homem com Síndrome de Down morto em esquema de troca de cadáveres

Um homem chinês com Síndrome de Down foi raptado e morto para satisfazer o desejo de outro homem que ambicionava ser sepultado e não cremado.

Homem com Síndrome de Down morto em esquema de troca de cadáveres

Homem com Síndrome de Down morto em esquema de troca de cadáveres

Um homem chinês com Síndrome de Down foi raptado e morto para satisfazer o desejo de outro homem que ambicionava ser sepultado e não cremado.

Um homem chinês com Síndrome de Down foi raptado e morto para satisfazer o desejo de outro homem que ambicionava ser sepultado e não cremado.

Tal como explica o Daily Mail, em algumas regiões da China é proibido enterrar corpos com o objetivo de poupar as terras e evitar que se realizem cerimónias funerárias extravagantes.

Assim sendo, e com o objetivo de aceder ao desejo do ente querido, a família contratou um homem, identificado apenas como Huang, para encontrar um cadáver que pudesse ser cremado no lugar deste.

Sem saberem, o negócio implicou o assassinato de um inocente. De acordo com a mesma fonte, o homem foi condenado à morte com pena suspensa. A família foi condenada por profanação de cadáver.

Documentos judiciais mostraram que Huang recebeu cerca de 15 mil euros para obter outro cadáver, uma vez que os familiares desejavam que o homem tivesse um enterro tradicional.

Embebedou vítima até esta desmaiar

Enquanto a família achou que Huang iria procurar outro cadáver para que se procedesse à troca de caixões, o homem matou para cumprir o acordo. Ao detetar uma pessoa com Síndrome de Down, Huang convenceu-o entrar no carro, embebedou-o até desmaiar e matou-o.

A família procedeu então à cremação do caixão, fingindo que nele estava o corpo do familiar. A verdade é que o cadáver “real” tinha sido enterrado em segredo e de forma tradicional, como ele desejara.

O assassinato ocorreu em 2017, mas só agora ganhou destaque após a publicação de um artigo online sobre o incidente. A vítima foi dada como desaparecida nesse mesmo ano e a polícia demorou mais de dois anos para descobrir o crime e encontrar o culpado.

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