Sindicato da PSP preocupado com aumento de agressões e desobediência a polícias

O Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP/PSP) manifestou-se preocupado com o aumento das agressões, insultos e desobediência aos elementos das forças de segurança e exigiu novamente a atribuição do subsídio de risco aos polícias.

Sindicato da PSP preocupado com aumento de agressões e desobediência a polícias

Sindicato da PSP preocupado com aumento de agressões e desobediência a polícias

O Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP/PSP) manifestou-se preocupado com o aumento das agressões, insultos e desobediência aos elementos das forças de segurança e exigiu novamente a atribuição do subsídio de risco aos polícias.

“O SPP-PSP manifesta a sua enorme preocupação com o aumento das agressões, desrespeito e desobediência às forças de segurança sem que a Assembleia da República e o Governo tomem medidas céleres e concretas que visem inverter esta situação”, refere o sindicato, em comunicado, destacando os episódios recentes em que os polícias são diariamente “agredidos ou insultados”.

O comunicado do SPP surge após os incidentes registados este fim de semana num bairro da freguesia do Parque das Nações, em Lisboa, em que três agentes da PSP ficaram feridos durante uma intervenção policial que visava pôr fim a uma festa na rua com cerca de 100 pessoas.

Durante a atuação policial, os moradores do bairro arremessaram vários objetos contra os polícias, nomeadamente pedras e garrafas de vidro, e efetuaram vários disparos de armas de fogo.

Para o Sindicato dos Profissionais da Polícia, estes episódios no Bairro Casal dos Machados “vieram, mais uma vez, provar, que o trabalho policial é uma profissão de risco constante”.

O SPP exige mais uma vez que seja atribuído um subsídio de riscos aos elementos da PSP, uma reivindicação pedida há vários anos, e que o parlamento e o Governo altere a legislação para que os agressores de polícias sintam “uma verdadeira punição”.

O SPP defende que os agressores dos elementos policiais devem ficar detidos até serem presentes à autoridade judiciária competente, considerando que “não é aceitável” que, depois de ouvidos pelos polícias, sejam libertados e notificados para comparecer mais tarde em tribunal.

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