Sequestra recém-nascida para manter relação com o amante

Mulher, de 48 anos, que tentou sequestrar um bebé no Hospital de São João, no Porto, vai ser julgada por crime de sequestro agravado na forma tentada.

Sequestra recém-nascida para manter relação com o amante

Sequestra recém-nascida para manter relação com o amante

Mulher, de 48 anos, que tentou sequestrar um bebé no Hospital de São João, no Porto, vai ser julgada por crime de sequestro agravado na forma tentada.

A mulher, de 48 anos, que a 2 de fevereiro tentou sequestrar um bebé no Hospital de São João, no Porto, vai ser julgada por um crime de sequestro agravado na forma tentada. A acusação deduzida agora pelo Ministério Público revela que a arguida simulou uma gravidez antes de cometer o crime. Laura Argentina Silva terá cometido o crime para reatar a relação com o amante, avança o Correio da Manhã.

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Faz-se passar por profissional de saúde e sequestra bebé

No dia 2 de fevereiro, ao princípio da noite, uma mulher envergando uma bata de profissional de saúde tentou raptar um recém-nascido do berçário do Hospital de São João. Contactada pela agência Lusa, uma fonte do Comando Metropolitano da PSP do Porto adiantou que a mulher, de 48 anos, entrou no quarto onde estava o bebé e familiares. A mulher «chegou a pegar na criança ao colo», mas o pai estranhou a situação e decidiu chamar a polícia às 19h22 de sábado, tendo a suspeita acabado por ficar detida, disse a mesma fonte da PSP. No domingo, o Hospital de São João revelou que iria abrir um inquérito interno para «esclarecimento completo» da tentativa de rapto de um recém-nascido na maternidade daquela unidade.

Hospital de São João garante que todos os recém-nascidos têm pulseira eletrónica

«Todos os recém-nascidos no Serviço de Obstetrícia têm uma pulseira eletrónica que dispara o alarme sempre que a criança sai fora de um perímetro predefinido no interior do serviço», disse o hospital na altura, em comunicado. Apesar de ter instaurado um inquérito interno, o centro hospitalar assegura que os dispositivos de segurança dos nascituros «estiveram e estão permanentemente ativos», reafirmando que todas as crianças internadas dispõem de uma pulseira eletrónica, não sendo possível sair do serviço com um recém-nascido sem o competente processo estar clinicamente encerrado.

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