Seis homens condenados por mais de 170 mil crimes de pornografia de menores

Seis homens foram condenados por mais de 170 mil crimes agravados de pornografia de menores, a penas de prisão efetiva entre os três anos e quatro meses e os cinco anos e quatro meses, foi hoje divulgado.

Seis homens condenados por mais de 170 mil crimes de pornografia de menores

Seis homens condenados por mais de 170 mil crimes de pornografia de menores

Seis homens foram condenados por mais de 170 mil crimes agravados de pornografia de menores, a penas de prisão efetiva entre os três anos e quatro meses e os cinco anos e quatro meses, foi hoje divulgado.

Seis homens foram condenados por mais de 170 mil crimes agravados de pornografia de menores, a penas de prisão efetiva entre os três anos e quatro meses e os cinco anos e quatro meses, foi hoje divulgado.

De acordo com a página digital da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), os arguidos foram condenados, respetivamente, a quatro anos e seis meses por 54.769 crimes, a quatro anos e cinco meses por 24.757 crimes, a três anos e seis meses por 2.644 crimes, a três anos e quatro meses por 1.025 crimes, a três anos e cinco meses por 22.215 crimes e a cinco anos e quatro meses por 65.876 crimes.

O tribunal determinou ainda a recolha de amostras de ADN a todos os arguidos. Os arguidos encontram-se em prisão preventiva desde 15 de fevereiro de 2017.

O processo foi dirigido pelo Ministério Público (MP) na 2.ª secção do DIAP de Lisboa, com a coadjuvação da Unidade de Telecomunicações e Informática e da Unidade Nacional de Combate à Cibercriminalidade da Polícia Judiciária.

Arguidos com idades entre os 29 e 47 anos

O Ministério Público requereu o julgamento em tribunal coletivo dos seis arguidos, com idades entre os 29 e os 47, uma vez que durante as investigações tinham nos seus computadores milhares de ficheiros, contendo vídeos e imagens de abusos sexuais de crianças, com idades inferiores a catorze anos.

Ainda segundo a nota da PGDL, os arguidos colocavam e divulgavam estas imagens e vídeos através de redes e de programas de partilha com diversas pessoas, assim conduzindo à sua difusão por um número incontrolável de pessoas.

O inquérito iniciou-se na sequência da realização de uma operação, sob a égide da Europol, a qual informou que, haviam sido identificados utilizadores portugueses que, através de endereços de IP (endereços eletrónicos de acesso à Internet), haviam partilhado vídeos contendo abusos sexuais de crianças.

Durante as investigações foi apreendida grande quantidade de dispositivos de armazenamento e equipamentos informáticos, incluindo programas para encriptação de dados.

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