O mistério em torno do telemóvel de Luís Grilo [a nova tese]

Esta terça-feira, 1 de outubro, foi ouvido, no Tribunal de Loures, um militar da GNR que diz que o sinal do telemóvel foi detetado num edifício no Carregado.

O mistério em torno do telemóvel de Luís Grilo [a nova tese]

Esta terça-feira, 1 de outubro, foi ouvido, no Tribunal de Loures, um militar da GNR que diz que o sinal do telemóvel foi detetado num edifício no Carregado.

O telemóvel de Luís Grilo é um dos pontos por explicar neste processo. O aparelho foi encontrado no dia 18 de julho de 2018, na berma da estrada em Casais de Marmeleira, a cinco quilómetros da casa da família, no âmbito das buscas policiais, dois dias depois de o triatleta ter sido dado como desaparecido por Rosa Grilo. Esta terça-feira, 1 de outubro, foi ouvido, no Tribunal de Loures, um militar da GNR que diz que o sinal do telemóvel foi detetado num edifício no Carregado.

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Militar diz que o sinal do telemóvel foi detetado num prédio, facto que não consta na acusação

«Detetámos uma localização celular do telemóvel numa praceta no Carregado. Fomos lá e não encontrámos nada», contou o agente, que estava presente no momento em que Rosa Grilo participou o desaparecimento do marido. Chegados ao local, os militares aperceberam-se de que o sinal do telemóvel vinha do interior de um edifício. «Entrámos, mas não o encontrámos [telemóvel de Luís Grilo].» A testemunha refere ainda que tentou ligar diversas vezes para o número da vítima, mas sem sucesso.

Este é um ponto que não consta na acusação. No dia 18 de julho, a GNR foi chamada a Casais de Marmeleira, depois de um agricultor ter encontrado um telemóvel. Ficou provado que era o de Luís Grilo, mas não há qualquer referência ao edifício onde a testemunha diz ter estado.

Ouvidas 18 das 93 testemunhas

Foram ouvidas hoje 18 testemunhas das 93 arroladas. A próxima sessão está marcada para a terça-feira, 8 de outubro, no Tribunal de Loures. Rosa Grilo e António Joaquim estão acusados dos crimes de homicídio qualificado agravado, profanação de cadáver e detenção de arma proibida.

Texto: Jéssica Santos | WiN

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