Testemunha viu três homens e uma mulher no local onde foi encontrado corpo de Luís Grilo

Esta terça-feira, 8 de outubro, decorreu no Tribunal de Loures a quinta sessão do julgamento em que António Joaquim e Rosa Grilo estão acusados da morte de Luís Grilo.

Testemunha viu três homens e uma mulher no local onde foi encontrado corpo de Luís Grilo

Esta terça-feira, 8 de outubro, decorreu no Tribunal de Loures a quinta sessão do julgamento em que António Joaquim e Rosa Grilo estão acusados da morte de Luís Grilo.

Um morador de Alcórrego, Avis, concelho onde foi encontrado o corpo de Luís Grilo, afirma ter visto três homens e uma mulher, entre os dias 17 de 19 de julhodepois do homicídio do triatleta. Esta terça-feira, 8 de outubro, decorreu no Tribunal de Loures a quinta sessão do julgamento em que António Joaquim e Rosa Grilo estão acusados da morte de Luís Grilo.

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O homem, que foi ouvido por videochamada, explicou que era recorrente passar pela estrada onde foi encontrado o cadáver. Nesses dias, que não conseguiu precisar a data, confessa ter visto dois carros «topo de gama» estacionados com «três homens e uma mulher». A testemunha deparou-se com este cenário já ao anoitecer e garante que viu as pessoas junto ao local onde o cadáver de Luís Grilo foi encontrado. O morador abrandou o carro e terá sido perseguido com o olhar dos suspeitos até sair do local.

Amiga do triatleta confirma tese dos angolanos: «Estava a ser ameaçado»

Na quinta sessão do julgamento em que António Joaquim e Rosa Grilo estão acusados da morte de Luís Grilo, foi ouvida a amiga do triatleta que confirma a tese da viúva, ao dizer que tem a «convicção de que Luís Grilo foi morto por angolanos». «Ele disse-me num almoço que estava a ser ameaçado!», acrescentou.

«Ele disse-me que estava a ser ameaçado pelo parceiro de Angola e que ninguém sabia, nem mesmo a Rosa.» A testemunha explica que nunca soube da identidade dessa pessoa, nem se seria uma ou mais pessoas.  «Não lhe perguntou a razão pela qual estava a ser ameaçado?», pergunta a magistrada. «Não. Quis preservar a minha segurança», avança a mulher.

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