Rosa Grilo terá visto o marido a ser morto e depois foi de férias

A Polícia Judiciária terá encontrado novos dados sobre a vida de Rosa Grilo após a morte do marido e enquanto o corpo não tinha sido encontrado.

Rosa Grilo terá visto o marido a ser morto e depois foi de férias

A Polícia Judiciária terá encontrado novos dados sobre a vida de Rosa Grilo após a morte do marido e enquanto o corpo não tinha sido encontrado.

Se Luís Grilo foi morto a 15 ou a 16 de julho, isso ainda não é uma certeza. No entanto, diz o jornal Correio da Manhã, Rosa Grilo terá visto o assassinato do marido e seguiu de férias durante três fins de semana entre o sul e o norte do país. Em primeiro lugar, a mulher do triatleta foi até Porto Côvo, Grândola e, mais tarde, para Caminha, com passagem pelo festival Paredes de Coura.

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A Polícia Judiciária (PJ), diz a mesma publicação, terá recolhido «pagamentos de hotéis, passagens de via verde [e] localizações de telemóveis» para garantir que Rosa Grilo foi mesmo de férias após a morte do marido e quando o corpo ainda estava por ser encontrado. Além disso, também há mensagens trocadas com o amante, António Félix Joaquim, que comprovam que a «amizade colorida» era para manter e que, mais tarde, iria ser assumida a relação. Este homem já pediu um novo interrogatório à juíza de instrução criminal de Vila Franca de Xira.

Quando o corpo de Luís Grilo foi encontrado, em Avis, Rosa Grilo enviou mensagens carinhosas ao amante: «Tens o peixinho no forno», disse a mulher a 6 de setembro

Antes da morte de Luís Grilo, a PJ soube que o ainda casal dormia em camas separadas e há marcas de sangue nas paredes, chão e rodapé do quarto usado por Rosa Grilo. No entanto, tirando o facto de se saber que Luís Grilo foi alvejado na parte de trás da cabeça, a autoridade ainda não tem conhecimento em que contexto o triatleta foi assassinado. A utilização arma do crime – uma pistola 7,65mm, alegadamente da posse do amante António Joaquim, que estava na garagem da família Grilo – ainda é uma incerteza.

No domingo em que se suspeita que o homem foi morto, dia 15 de julho, Rosa tinha o telemóvel desligado. O triatleta foi visto pela última vez com vida foi precisamente nesse dia, pelas 16h00, com a irmã Júlia e a esposa Rosa.

Rosa Grilo irá recorrer da prisão preventiva e das acusações que lhe são dirigidas judicialmente para o Tribunal da Relação de Lisboa.

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