Retomadas buscas após afastado risco de rutura de outra barragem no Brasil

A Proteção e Defesa Civil do Brasil concluiu que não existe risco de rutura de outra barragem em Minas Gerais, depois do desastre de sexta-feira que provocou até agora 37 mortes.

Retomadas buscas após afastado risco de rutura de outra barragem no Brasil

Retomadas buscas após afastado risco de rutura de outra barragem no Brasil

A Proteção e Defesa Civil do Brasil concluiu que não existe risco de rutura de outra barragem em Minas Gerais, depois do desastre de sexta-feira que provocou até agora 37 mortes.

Lisboa, 27 jan (Lusa) — A Proteção e Defesa Civil do Brasil concluiu hoje que não existe risco de rutura de outra barragem em Minas Gerais, depois do desastre de sexta-feira que provocou até agora 37 mortes, noticia hoje o portal de notícias da Globo, G1.

Após a avaliação da situação em Brumadinho, foi decido prosseguir as buscas. Mais de 280 pessoas estão desaparecidas, de acordo com a mesma fonte.

Hoje de manhã, foi acionado um alerta para o risco de rutura de uma segunda barragem na região.

No sábado, o último registo oficial contabilizava 34 corpos encontrados entre a lama que se libertou com a rutura da barragem na sexta-feira, mas, hoje, os bombeiros anunciaram que mais três foram contabilizados, havendo ainda cerca de 300 desaparecidos.

As buscas para encontrar sobreviventes, que deveriam ter sido retomadas hoje de manhã, depois da interrupção no sábado à noite, foram suspensas após o alerta para o risco de rutura de outra barragem.

Assim que o alarme foi acionado, os bombeiros começaram a evacuar as aldeias mais próximas da barragem. Os moradores foram, entretanto, autorizados a voltar a casa, segundo o G1.

A empresa mineradora Vale afirmou, em comunicado, que tinha feito soar os alarmes depois de “ter detetado um aumento nos níveis de água na barragem VI, estrutura que é parte da mina de Córrego do Feijão, cuja barragem ruiu na sexta-feira.

A empresa referiu que a barragem VI “não contém resíduos de minas”, mas sim de três a quatro milhões de metros cúbicos de água.

Durante todo o dia de sábado, o tráfego dos helicópteros foi incessante, para tentar detetar qualquer sinal de vida entre os restos de edifícios ou veículos.

AH (NL) // JPS

By Impala News / Lusa

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