Recuperados mais 11 cadáveres da avalanche de neve na Índia

As equipas de salvamento da Índia recuperaram mais 11 cadáveres na sequência da avalanche de neve que, há uma semana, assolou os Himalaias indianos, aumentando para 49 o total de mortes, indicou hoje fonte oficial.

Recuperados mais 11 cadáveres da avalanche de neve na Índia

Recuperados mais 11 cadáveres da avalanche de neve na Índia

As equipas de salvamento da Índia recuperaram mais 11 cadáveres na sequência da avalanche de neve que, há uma semana, assolou os Himalaias indianos, aumentando para 49 o total de mortes, indicou hoje fonte oficial.

As equipas de salvamento da Índia recuperaram mais 11 cadáveres na sequência da avalanche de neve que, há uma semana, assolou os Himalaias indianos, aumentando para 49 o total de mortes, indicou hoje fonte oficial.

Segundo o porta-voz da Força de Resposta aos Desastres Nacionais, Krishan Kumar, ainda existem 155 pessoas desaparecidas após o acidente registado na montanha de Nanda Devi, no estado de Uttarakhand, inicialmente visto como uma rutura num glaciar.

A 09 deste mês, dois dias após o incidente, geólogos indianos identificaram uma grande massa de neve derretida e não a rutura de um glaciar como a causa da avalanche.

“As imagens de satélite indicam que a avalanche foi provocada pela queda de um depósito de neve fresca e não pela rutura de um grande glaciar”, disse Santosh Kumar Rai, responsável da divisão de Glaciologia do Instituto Wadia de Geologia dos Himalaias, citado pela Efe.

Segundo a teoria, os bancos de neve nas cordilheiras começaram a derreter durante o dia, causando a avalancha que arrastou pedras e escombros.

O que ainda não está claro é se o deslizamento induziu a uma avalanche de neve e detritos ou se a queda da neve resultou no deslizamento, disse por seu lado Mohammad Farooq Azam, que estuda geologia no Instituto Indiano de Tecnologia em Indore, citado pela Associated Press.

Os especialistas afirmam que o desastre colocou à vista a fragilidade das montanhas dos Himalaias, onde milhões de vidas estão a ser alteradas pelas mudanças climáticas.

A maioria dos desaparecidos trabalhava em duas centrais de energia em Tapovan, e grande parte deles ficou presa num túnel em forma de U, de 2,7 quilómetros, agora cheio de lama e escombros devido à inundação, que atingiu 20 metros de altura.

Hoje, Kumar indicou que cinco dos corpos recuperados foram encontrados sem vida precisamente nesse túnel.

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