PSP expulsou 18 polícias e suspendeu 26 em 2018

A Polícia de Segurança Pública expulsou 18 polícias e suspendeu 26 em 2018, na sequência de processos disciplinares, num ano em que cerca de 78% dos casos foram arquivados, revela aquela força policial.

PSP expulsou 18 polícias e suspendeu 26 em 2018

PSP expulsou 18 polícias e suspendeu 26 em 2018

A Polícia de Segurança Pública expulsou 18 polícias e suspendeu 26 em 2018, na sequência de processos disciplinares, num ano em que cerca de 78% dos casos foram arquivados, revela aquela força policial.

O balanço social de 2018, publicado hoje na página da internet da PSP, avança que no ano passado foram instaurados 1.288 novos processos disciplinares e decididos 1.336, tendo transitado 3.394 processos para 2019.

O documento informa que transitaram 2.314 processos disciplinares de 2017 para 2018.

Entre os 1.336 processos disciplinares decididos, 1.043 (78,07%) foram arquivados, tendo sido a pena de multa (204) a maior consequência dos processos decididos.

Segundo a PSP, entre os processos decididos, 45 (3,37%) resultaram em repreensão escrita, 26 (1,95%) tiveram como pena a suspensão e 18 (1,35%) a demissão.

O documento sublinha também que, no ano passado, 13.003 polícias estiveram ausentes do trabalho por estarem a cumprir penas disciplinares.

A maior parte dos polícias a faltar ao trabalho por estarem a cumprir penas disciplinares em 2018 foram agentes (10.441), seguido de chefes (1533) e oficiais (433).

O balanço social revela ainda que, no ano passado, os dias de ausência de polícias por motivo de atividade sindical aumentaram 15% em relação a 2017.

De acordo com aquela polícia, existem 15.385 trabalhadores sindicalizados na PSP, representando 74,08% do total do efetivo.

No documento, a polícia esclarece que estes trabalhadores sindicalizados são aqueles que descontam mensalmente, de forma direta e automática, no seu vencimento, um determinado montante para efeitos de quotas de sindicais, o que não se pode considerar como sindicalizados apenas este universo porque existem também efetivos que procedem ao pagamento da quota através de outros meios, como, por exemplo, pagamentos em tesouraria ou débito direto na conta bancária.

CMP // ZO

By Impala News / Lusa

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