Prisão preventiva para suspeito de cultivar canábis em Ferreira do Alentejo

Um homem foi detido pela GNR por suspeitas de cultivo de canábis no concelho de Ferreira do Alentejo e vai aguardar julgamento em prisão preventiva.

Prisão preventiva para suspeito de cultivar canábis em Ferreira do Alentejo

Prisão preventiva para suspeito de cultivar canábis em Ferreira do Alentejo

Um homem foi detido pela GNR por suspeitas de cultivo de canábis no concelho de Ferreira do Alentejo e vai aguardar julgamento em prisão preventiva.

Um homem, de 40 anos, foi detido pela GNR por suspeitas de cultivo de canábis no concelho de Ferreira do Alentejo, distrito de Beja, e vai aguardar julgamento em prisão preventiva. O suspeito foi sujeito, na quinta-feira, a um interrogatório no Tribunal Judicial de Ferreira do Alentejo, que lhe decretou prisão preventiva, a medida de coação mais gravosa, refere a GNR, em comunicado enviado à Lusa.

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Tribunal decretou prisão preventiva, a medida de coação mais gravosa

O homem, que tinha sido detido na quarta-feira, na sequência de uma investigação por tráfico de droga, foi conduzido ao Estabelecimento Prisional de Beja, onde vai aguardar julgamento. Segundo a GNR, no âmbito da investigação, que decorria há cerca de um ano, apurou-se que o suspeito usava anexos à sua casa onde tinha duas estufas devidamente equipadas para cultivar plantas de canábis, durante o ano inteiro, e também para receber os compradores da droga.

Apreendidos vários materiais usados no cultivo de canábis

A GNR deu cumprimento a quatro mandados de busca, uma domiciliária e três a veículos do suspeito, que permitiram apreender 400 doses e 333 cabeças de liamba e dois telemóveis. Nas buscas, também foram apreendidos vários materiais usados no cultivo de canábis, nomeadamente 70 vasos, um toldo em lona para ocultação das plantas, produtos fertilizantes, uma estufa portátil de tamanho grande e dois humidificadores de ar que continham vestígios de liamba e diverso material para iluminação e aquecimento do interior da estufa.

A ação foi efetuada pelo Núcleo de Investigação Criminal de Aljustrel e contou com o reforço do Destacamento de Intervenção de Beja e do Posto Territorial de Ferreira do Alentejo do Comando Territorial de Beja da GNR.

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