Primeiro-ministro britânico critica ausência de Putin na Cimeira do G20

O primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, criticou hoje a ausência do chefe de Estado da Rússia, Vladimir Putin, na Cimeira do G20, na Indonésia, e instou Moscovo “a sair da Ucrânia” para acabar com a guerra que considerou “bárbara”.

Primeiro-ministro britânico critica ausência de Putin na Cimeira do G20

Primeiro-ministro britânico critica ausência de Putin na Cimeira do G20

O primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, criticou hoje a ausência do chefe de Estado da Rússia, Vladimir Putin, na Cimeira do G20, na Indonésia, e instou Moscovo “a sair da Ucrânia” para acabar com a guerra que considerou “bárbara”.

As posições do chefe do governo britânico foram transmitidas hoje na sessão de abertura da Cimeira do G20 que decorre em Bali, Indonésia.  

“Percebe-se que Putin não se sinta capaz de se juntar a nós, aqui. Talvez se o tivesse feito pudéssemos tratar de resolver as coisas”, disse Sunak no Cimeira e perante o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov.

“A grande obra que alguém pode fazer é que a Rússia saía da Ucrânia e termine com esta guerra bárbara”, disse ainda o primeiro-ministro britânico, no poder desde outubro, após substituir Liz Truss no cargo. 

“É muito simples: os países não deveriam invadir os vizinhos, não deveriam atacar as infraestruturas civis e a população civil e não deveriam ameaçar com a escalada nuclear”, acrescentou. 

Para Sunak, o regime de Putin “esmagou os dissidentes internos e revestiu-se de uma fachada para se justificar apenas através da violência” pelo que neste momento “enfrenta uma oposição global” pelas ações que cometeu. 

Sunak recordou ainda que o Reino Unido, aliado do governo de Kiev desde o começo na nova invasão da Rússia, em fevereiro, vai “ajudar a Ucrânia durante o tempo que for preciso”. 

À margem da Cimeira do G20, Sunak anunciou hoje o novo contrato de construção de cinco fragatas “Type 26” que se somam a outras três da mesma classe e que se encontram nos estaleiros britânicos BAE.

O contrato está orçado em 4.784 milhões de euros. 

 

PSP // SB

Lusa/Fim

 

By Impala News / Lusa

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