Presidente iraniano diz que conspirações dos EUA para promover insegurança no país falharam

O Presidente iraniano, Ebrahim Raisi, garantiu hoje que os Estados Unidos falharam nas tentativas de causar uma revolta no Irão, seguindo modelos como os da Líbia ou da Síria, onde os protestos levaram a guerras civis.

Presidente iraniano diz que conspirações dos EUA para promover insegurança no país falharam

Presidente iraniano diz que conspirações dos EUA para promover insegurança no país falharam

O Presidente iraniano, Ebrahim Raisi, garantiu hoje que os Estados Unidos falharam nas tentativas de causar uma revolta no Irão, seguindo modelos como os da Líbia ou da Síria, onde os protestos levaram a guerras civis.

“As conspirações para promover a insegurança no país terminaram em fracasso”, destacou Raisi, garantindo que a segurança foi restabelecida em todas as cidades do país.

O líder iraniano vincou ainda que “os distúrbios e as tentativas de instaurar o caso no país não são o mesmo que protestos”.

“Devemos reagir contra os distúrbios e contra aqueles que tentam gerar insegurança”, disse Raisi, durante uma reunião com estudantes, em Teerão, segundo a agência de notícias iraniana Tasnim.

Raisi aproveitou a oportunidade para exortar os alunos a valorizar o progresso feito pelo Irão, apesar da pressão das sanções.

“A determinação do Irão de se fortalecer forçou o inimigo a procurar novas conspirações”, enfatizou.

Também hoje, a organização não-governamental (ONG) Human Rights Activists News Agency (HRANA), sediada nos Estados Unidos, estimou 341 mortos desde o início, há quase dois meses, dos protestos contra as autoridades iranianas, no seguimento da morte sob custódia da jovem Mahsa Amini, por usar o véu incorretamente.

A HRANA contabilizou pelo menos 47 crianças e 38 membros das forças de segurança entre os mortos, a que se somam cerca de 14.000 detidos pelos protestos, que se espalharam por mais de 130 localidades do país, segundo o balanço divulgado hoje, na sua página do Twitter.

Por sua vez, a ONG Iran Human Rights estima as mortes em 277, até quarta-feira, incluindo 40 menores.

A organização, que lembra que estas estimativas são um “mínimo absoluto”, contabilizou mortes em 22 províncias, sendo o número mais elevado registado no Sistão e Baluchistão, Mazandaran, Teerão, Curdistão e Gilan.

Os meios de informação oficiais iranianos relataram aproximadamente 40 mortes, no final de setembro, duas semanas após a morte de Amini.

MPE // MAG

By Impala News / Lusa

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