Polícia do Rio de Janeiro instala torre blindada em favela após cinco dias de tiroteios

A polícia do Rio de Janeiro concluiu na terça-feira a construção de uma torre blindada numa favela na zona norte daquela cidade brasileira, após cinco dias de intensos tiroteios que fizeram quatro mortos, informaram fontes oficiais.

Polícia do Rio de Janeiro instala torre blindada em favela após cinco dias de tiroteios

Polícia do Rio de Janeiro instala torre blindada em favela após cinco dias de tiroteios

A polícia do Rio de Janeiro concluiu na terça-feira a construção de uma torre blindada numa favela na zona norte daquela cidade brasileira, após cinco dias de intensos tiroteios que fizeram quatro mortos, informaram fontes oficiais.

A polícia do Rio de Janeiro concluiu na terça-feira a construção de uma torre blindada numa favela na zona norte daquela cidade brasileira, após cinco dias de intensos tiroteios que fizeram quatro mortos, informaram fontes oficiais.

Os confrontos armados entre a polícia militar do Rio de Janeiro e traficantes de droga no conjunto de favelas conhecido como Complexo do Alemão começaram na sexta-feira, quando foi iniciada a construção de uma torre blindada, uma iniciativa do comando daquela corporação para possibilitar condições de segurança aos agentes.

Nos tiroteios morreram quatro pessoas, a última das quais um adolescente de 13 anos, que foi atingido por uma bala perdida na madrugada de terça-feira e cuja morte desencadeou um violento protesto e confrontos entre manifestantes e polícias.

A manifestação para pedir a retirada da polícia e o fim dos tiroteios contou com a participação de aproximadamente 200 moradores do Complexo do Alemão, onde residem cerca de 40 mil pessoas. A torre blindada, que visa permitir à polícia manter-se segura durante os constantes tiroteios na zona, foi erguida em Nova Brasília, uma das favelas que integra o Complexo do Alemão, uma das áreas mais perigosas do Rio de Janeiro que foi ocupado por forças policiais em 2010. Para poder erguer a torre blindada, de dois pisos, foram destacados reforços do Batalhão de Operações Especiais, recebidos nas ruas com tiros à medida que avançavam. A instalação de segurança foi construída numa região que, de acordo com a polícia, era um ponto ativo de venda de droga e de circulação de homens armados.

Além das quatro vítimas de balas perdidas, nos tiroteios dos últimos dias, ficaram feridos três agentes da polícia militar e dois moradores da favela.

 

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