Polícias armados vão patrulhar comboios no Reino Unido

A polícia dos transportes britânica vai passar a ter agentes armados a patrulhar comboios no Reino Unido, o que ocorre pela primeira vez e é justificado pelas autoridades com a elevada ameaça de ataques extremistas.

Polícias armados vão patrulhar comboios no Reino Unido

Polícias armados vão patrulhar comboios no Reino Unido

A polícia dos transportes britânica vai passar a ter agentes armados a patrulhar comboios no Reino Unido, o que ocorre pela primeira vez e é justificado pelas autoridades com a elevada ameaça de ataques extremistas.

A polícia dos transportes britânica vai passar a ter agentes armados a patrulhar comboios no Reino Unido, o que ocorre pela primeira vez e é justificado pelas autoridades com a elevada ameaça de ataques extremistas.

A medida visa “garantir que os passageiros estão em segurança na rede ferroviária”, segundo aquela força policial, que precisou que as patrulhas armadas se iniciaram hoje à tarde. Agentes armados patrulham o metropolitano de Londres desde dezembro, mas a medida hoje anunciada estende este tipo de vigilância ao resto do país.

O atentado de segunda-feira em Manchester, noroeste de Inglaterra, levou as autoridades britânicas a elevar o nível de alerta terrorista de “sério” para “crítico”. Este nível implica, entre outras medidas, que o exército desempenhe algumas das funções da polícia, designadamente de patrulhamento de rua, para libertar recursos humanos daquela força de segurança para a investigação. Cerca de 1.000 militares já foram destacados para patrulhamento urbano. As autoridades determinaram também o cancelamento temporário da cerimónia do render da guarda no Palácio de Buckingham e o encerramento do Parlamento britânico a todos os que não possuam autorização de entrada.

O atentado foi cometido na segunda-feira por Salman Abedi, um britânico de origem líbia de 22 anos, que se fez explodir junto a uma das saídas da Manchester Arena, onde estava a terminar um concerto da cantora ‘pop’ norte-americana Ariana Grande a que assistiam muitas crianças e jovens. Vinte e duas pessoas morreram, além do bombista, e 75 ficaram feridas, segundo o balanço mais recente.

O atentado foi reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico.

 

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