Polícia causa polémica após snifar droga em direto [vídeo]

Polícia ‘substituiu’ reagente químico pelo próprio nariz para detetar droga.

Polícia causa polémica após snifar droga em direto [vídeo]

Polícia ‘substituiu’ reagente químico pelo próprio nariz para detetar droga.

Um polícia na cidade de Pucallpa, no Peru, causou forte polémica pela forma como “detectou”, aparentemente, alcaloide de cocaína. Tudo aconteceu num direto televisivo quando o agente interveio junto de algumas pessoas que se encontravam num veículo. Naturalmente, a forma correta de reconhecer a droga é com recurso a um reagente químico e não com o… nariz.

Agentes matam homem que apontou arma à cabeça de cão polícia

polícia do Arizona partilhou um vídeo da perseguição a Francisco Javier Galarza, que acabou por ser baleado mortalmente quando apontou uma arma para cabeça de um cão polícia, conhecidos como K9. O departamento de polícia de Tucson divulgou as imagens da bodycam de um dos agentes que mostra o momento exato em que o pastor alemão Kiro correu perigo de vida quando imobilizava o criminoso no chão. Instantaneamente, a polícia abriu fogo contra o homem, baleando-o várias vezes. Alertamos para a violência das imagens.

Cão polícia derrubou-o e agressor apontou-lhe arma

Francisco Galarza tinha um mandado de detenção por invasão de domicílio e assalto a banco. O homem de 49 anos foi visto a entrar numa loja de conveniência e quando confrontado no estacionamento do local, imediatamente começou a fugir. Nas imagens é possível ouvir os agentes a gritar: “Polícia! Baixe-se!”. O homem ignorou os avisos e continuo a correr com a arma na mão. Foi então que Kiro foi libertado e rapidamente intercetou o homem, atirando-o para o chão.

De seguida, o agressor aponta a arma diretamente para a cabeça do animal. “Arma”, grita um dos polícias. Os agentes disparam vários tiros e matam Francisco Galarza, que tinha um longo cadastro. Na década de 1990 foi condenado por crimes de posse de droga, roubo de veículo e assalto à mão armada. Foi aberta uma investigação para apurar se se o uso mortal da força foi justificado.

Foto: Reprodução Twitter

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