Polícia abate a tiro suspeito de envolvimento na morte de Marielle Franco

Adriano Magalhães da Nóbrega, conhecido como Capitão Adriano, foi abatido a tiro pela polícia, na Bahia. O ex-militar, suspeito de envolvimento na morte de Marielle Franco, tinha um mandado de captura desde janeiro de 2019.

Polícia abate a tiro suspeito de envolvimento na morte de Marielle Franco

Polícia abate a tiro suspeito de envolvimento na morte de Marielle Franco

Adriano Magalhães da Nóbrega, conhecido como Capitão Adriano, foi abatido a tiro pela polícia, na Bahia. O ex-militar, suspeito de envolvimento na morte de Marielle Franco, tinha um mandado de captura desde janeiro de 2019.

Adriano Magalhães da Nóbrega, conhecido como Capitão Adriano, foi abatido a tiro pela polícia, em Esplanada, na Bahia. O antigo militar, ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais do Rio de Janeiro, era suspeito de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco e do seu motorista, Andreson Gomes, em março de 2018. Adriano tinha um mandado de captura desde janeiro de 2019. Foi encontrado esta sexta-feira, 7 de fevereiro, depois de meses de buscas policiais.

Adriano Nóbrega chegou a ser homenageado pelo então deputado estadual Flávio Bolsonaro, filho do Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

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Terá recebido dinheiro pelo crime

O ano passado, a imprensa dava conta de que um outro suspeito do homicídio de Marielle Franco tinha recebido uma transferência bancária, no valor de 23 mil euros, depois do crime. De acordo com o organismo que controla todas as movimentações financeiras no Brasil, foi feito um depósito de uma grande quantia na conta do alegado homicida da vereadora brasileira e do seu motorista.

A imprensa brasileira indica que a transferência foi feita no dia 9 de outubro, cerca de 7 meses depois do crime. Após a detenção, o Ministério Público pediu o bloqueio das contas do homem , bem como a apreensão dos seus bens, para garantir a indemnização das famílias das vítimas.

Marielle Fraco, defensora de direitos humanos, foi assassinada durante a madrugada de 14 de março de 2018 enquanto viajava de carro no Rio de Janeiro. Marielle morreu depois de participar num ato político com mulheres negras. O motorista de Marielle também morreu no tiroteio.

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