PJ detém estudante universitário suspeito de abusar sexualmente de jovem em Évora

Detido tem 21 anos e a vítima tem 19.

PJ detém estudante universitário suspeito de abusar sexualmente de jovem em Évora

PJ detém estudante universitário suspeito de abusar sexualmente de jovem em Évora

Detido tem 21 anos e a vítima tem 19.

Um estudante universitário foi detido pela Polícia Judiciária, em Évora, por suspeitas de ter abusado sexualmente de uma jovem de 19 anos que se encontrava em “estado de inconsciência”, foi hoje anunciado. Através de comunicado, a PJ indica que o suspeito foi detido, fora de flagrante delito, por elemento doa Unidade Local de Investigação Criminal (ULIC) de Évora desta polícia, após “várias diligências de investigação e recolha de indícios”.

Estudante abusou da jovem em “estado de inconsciência”

Segundo a Polícia Judiciária, o estudante, de 21 anos, terá abusado sexualmente da jovem, na madrugada de dia 12 deste mês, na residência de um amigo em comum, aproveitando o facto de a vítima se encontrar “a dormir num sono profundo e em estado de inconsciência”. O detido, residente no concelho de Évora, não tem antecedentes criminais e vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação de eventuais medidas de coação.

Estudantes exigem acessibilidade para todos em edifício da Universidade de Évora

Cerca de 200 estudantes da Universidade de Évora (UÉ) concentraram-se hoje no principal edifício da academia para exigir a criação de acessibilidades para que uma aluna de Teatro com mobilidade reduzida possa frequentar as salas do curso.  O protesto arrancou com um desfile, até aos claustros do Colégio do Espírito Santo, o principal edifício da UÉ, com a participação da família da aluna com mobilidade reduzida e da deputada do Bloco de Esquerda Diana Santos, que é tetraplégica.

Alguns dos estudantes colocaram fita-cola e corda à volta das pernas para dificultar a sua mobilidade e outros foram transportados em cadeiras de rodas para alertar para o problema da falta de acessibilidade nos edifícios da academia. Os participantes empunharam faixas em pano que tinham frases como “acesso ao ensino superior é um direito + obras + acessibilidade” ou “obras de fachada onde estão os 68 mil euros?”. Leia mais aqui

 

 

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