PJ afasta hipótese de crime no desaparecimento de criança na Póvoa de Lanhoso

O diretor da Polícia Judiciária de Braga, Gil Carvalho, afastou a hipótese de crime no caso de uma criança de 18 meses que desapareceu na terça-feira à noite e foi hoje encontrada, na Póvoa de Lanhoso.

PJ afasta hipótese de crime no desaparecimento de criança na Póvoa de Lanhoso

PJ afasta hipótese de crime no desaparecimento de criança na Póvoa de Lanhoso

O diretor da Polícia Judiciária de Braga, Gil Carvalho, afastou a hipótese de crime no caso de uma criança de 18 meses que desapareceu na terça-feira à noite e foi hoje encontrada, na Póvoa de Lanhoso.

O diretor da Polícia Judiciária de Braga, Gil Carvalho, afastou a hipótese de crime no caso de uma criança de 18 meses que desapareceu na terça-feira à noite e foi hoje encontrada, na Póvoa de Lanhoso.

Em declarações aos jornalistas, junto à casa da família do menor, em Serzedelo, Póvoa de Lanhoso, distrito de Braga, Gil Carvalho disse que a criança terá andado sem destino até encontrar uma cancela que não conseguiu passar e lembrou que já houve “casos anteriores” em que “aconteceu precisamente a mesma coisa”.

O responsável pela PJ de Braga explicou ainda que a criança está agora a ser acompanhada “pelas entidades competentes” nestas situações, realçando que o inquérito ao que aconteceu à criança ainda não está arquivado.

“Outros cenários estiverem sempre em aberto mas este foi sempre o que nós, das diligências que fizemos junto da família e das irmãs mais novinhas, mas espertas, e que nos indicaram que o portão podia estar aberto e que ela [a criança] aproveitou o momento para sair e caminhar”, afirmou Gil Carvalho.

“Não podemos esquecer casos anteriores em que já aconteceu precisamente a mesma coisa. E tudo isto são experiências, conhecimentos que temos que ter em mente”, explanou.

O operacional realçou que “foi com imensa satisfação e alegria” que a PJ contribuiu para o desfecho deste caso “ao alertar as pessoas que de madrugada iam para os campos levar o gado” uma vez que “foi uma dessas pessoas que ao levar o gado para o (…) ouviu e localizou a criança a cerca de 900 metros da sua casa”. O menino foi localizado e entregue aos militares daquela força policial cerca das 11:30 por uma vizinha que o “viu e ouviu chorar” num campo, contou a fonte. Foi encontrada a cerca de 900 metros de sua casa.

Embora tenha afastado a hipótese de crime, Gil Carvalho sublinhou que “só depois de concluído o inquérito e por despacho do Ministério Púbico é que o inquérito é arquivado”.

Questionado sobre se um bebé de 18 meses seria capaz de percorrer 900 metros sozinho durante a noite, o operacional afirmou que sim.

“Uma criança que é criada numa aldeia, como eu fui, tem um desenvolvimento motor diferente de uma criança que é criada na cidade. Não é o primeiro caso e (…) foi-nos confirmado que a criança corria e movimentava-se muito bem”, explicou.

 

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