Pedrinho Matador, o maior assassino em série do Brasil, morto à porta de casa

Pedrinho Matador, autor confesso de mais de 100 assassinatos, tinha uma tatuagem que dizia “mato por prazer”.

Pedrinho Matador, o maior assassino em série do Brasil, morto à porta de casa

Pedro Rodrigues Filho, mais conhecido como Pedrinho Matador e considerado o pior assassino em série do Brasil foi assassinado à porta de casa. O brasileiro, 68 anos e autor confesso de mais de 100 homicídios, foi baleado diversas vezes por homens encapuzados. Tudo aconteceu no Bairro da Ponte, em Mogi das Cruzes, São Paulo

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Pedrinho Matador esteve preso mais de 42 anos e estava em liberdade há cinco anos. Julgado por 71 crimes de homicídio, o criminoso tinham uma tatuagem que diza “mato por prazer”. O brasileiro cometeu o primeiro assassinato quando tinha apenas 14 anos. Na altura, matou o presidente da câmara de Santa Rita do Sapucaí por ter demitido o pai do cargo de vigilante de um colégio local. Acabaria por também matar o pai, depois de descobrir que este tinha assassinado a sua mãe. Já na prisão matou reclusos porque simplesmente recusavam ou porque não gostava da sua cara.

“Mato por prazer”

Ao longo dos últimos tempos vinha a assumir-se como ex-Pedrinho Matador. Bastante ativo nas redes sociais, nas quais se assumia como criador de conteúdos digitais, lançou o livro Não sou um monstro. O brasileiro, que nunca teve possibilidade de frequentar a escola, começou a roubar aos 11 anos e fica para a história como aquele que é considerado o pior serial killer do Brasil.

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Texto: Bruno Seruca; Fotos: DR

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