Pedófilo libertado em 2015 aliciou mais de 100 menores

Pedófilo foi detido em 2015, pela Polícia Judiciária, mas o juiz decidiu libertá-lo. Ficou sujeito a várias obrigações que rapidamente deixou de cumprir. Agora, três anos depois, voltou a atacar.

Pedófilo libertado em 2015 aliciou mais de 100 menores

Pedófilo libertado em 2015 aliciou mais de 100 menores

Pedófilo foi detido em 2015, pela Polícia Judiciária, mas o juiz decidiu libertá-lo. Ficou sujeito a várias obrigações que rapidamente deixou de cumprir. Agora, três anos depois, voltou a atacar.

Pedófilo foi detido em 2015, pela Polícia Judiciária, mas o juiz decidiu libertá-lo. Ficou sujeito a várias obrigações que rapidamente deixou de cumprir. Agora, três anos depois, voltou a atacar e em poucos meses já aliciou mais de 100 menores através das redes sociais conseguindo que, pelo menos, 10 meninas lhe enviassem ficheiros de cariz sexual.

De acordo com o Correio da Manhã, as autoridades conseguiram chegar a 4 das vítimas e será por esses crimes que o homem de 44 anos será será julgado no Tribunal de São João Novo, no Porto, no próximo mês de setembro.

Quando foi detido, em setembro de 2018, o arguido assumiu os crimes. O homem disse à Polícia Judiciária que aliciou mais de 100 crianças e assumiu ter uma compulsão sexual, estando agora preso a aguardar julgamento por 5 crimes de pornografia de menores na forma agravada e três crimes de abuso sexual de crianças.

Juiz proibiu suspeito de aceder ao Facebook

A acusação já deduzida pelo Ministério Público dá conta de que o suspeito atuava a partir da sua residência, em Paredes de Coura. Depois da primeira detenção, em 2015, o homem foi proibido de aceder ao Facebook. No entanto, começou a recorrer a alternativas para voltar a aliciar crianças. Começou a utilizar outra redes sociais e aplicações, nomeadamente a plataforma musical Musical.ly, muito utilizada por menores para partilhar vídeos. O suspeito recorreu também ao WhatsApp e ao Skype, onde fazia videochamadas.

Dizia aos menores que se chamava ‘José João’ e que era adolescente. Pedia-lhes que lhe enviasse fotografias e vídeos despidas e em atos de cariz sexual, enviando também fotografias suas. Três das vítimas identificadas, com 10, 12 e 15 anos, acederam ao pedido do suspeito. A quarta menor, de 13 anos, recusou.

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