Objetos de Michael Jackson retirados do maior museu de crianças do mundo

Objetos de Michael Jackson retirados do maior museu de crianças do mundo

As luvas brancas, o chapéu Fedora e um poster assinado por Michael Jackson foram retirados do maior museu de crianças do mundo na sequência da divulgação do documentário que revela os alegados abusos sexuais do cantor.

O maior museu de crianças do mundo, o Museu da Criança de Indiana, nos Estados Unidos, decidiu retirar as luvas brancas, o chapéu Fedora e um poster assinado por Michael Jackson na sequência da divulgação do documentário que revela os alegados abusos sexuais do cantor, afirma a porta-voz do museu, em comunicado, citado pela CNN.

«Por uma questão de precaução e em resposta à controvérsia resultante do documentário ‘Leaving Neverland’, que envolveu alegados abusos sexuais a crianças, removemos esses objetos enquanto refletimos sobre a situação, de forma mais cuidada», afirmou Leslie Olsen, porta-voz do museu. No entanto, a direção do museu não avança se os objetos serão, ou não, repostos no futuro.

Apenas ficarão em exibição as fotografias do cantor expostas num quarto que o museu recriou de um rapaz, Ryan White, que contraiu SIDA nos anos 80 devido a um tratamento ao sangue. A porta-voz do museu adianta que estes objetos vão permancer em exposição devido à importância que Michael Jackson teve na vida de Ryan White. «A família do Ryan descobriu a bondade de Michael Jackson e foi uma parte importante da história do Ryan. As fotografias da exibição vão ser sempre parte integrante da história de Ryan White», explicou Leslie Olsen.

O documentário perturbador sobre Michael Jackson

«Leaving Neverland» é um documentário sobre os crimes de pedofilia alegadamente cometidos por Michael Jackson. Já estreou e está a gerar polémica no mundo inteiro. O filme trata ao detalhe alguns dos abusos sexuais alegadamente cometidos por Michael Jackson a menores.

Passados quase 10 anos desde que o cantor morreu, duas vítimas dão a cara, hoje com mais de 30 anos, e falam detalhadamente sobre os abusos que diziam ter sofrido nas mãos do ícone da pop. Os testemunhos dos dois homens, Wade Robson e James Sfechuck, e as imagens do rancho Neverland, onde terão ocorrido os crimes, são tão chocantes que o presidente do festival, John Cooper, optou por ter profissionais de saúde durante o visionamento do documentário, caso houvesse alguém na audiência a sentir-se mal.

«Leaving Neverland», que está dividido em duas partes, tendo quatro horas de duração no total, tem descrições explicitas dos abusos sexuais alegadamente praticados pelo rei da Pop quando as vítimas tinham sete e oito anos.

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